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Prateando horizontes
Brilham rios, fontes
Numa cascata de luz
No espelho dessas águas
Vejo a face luminosa do amor
As ondas vão e vem
E vão e são como o tempo
...
Quem sabe, se por cada onda deixada, na
praia, uma recordação, se agiganta, e, cavalos,
de espuma, lembram de quando, os barcos,
outrora fortes, singravam águas, ao sabor do
vento e das marés, sempre pela voz do capitão
e de seus intrépidos e fieis, marinheiros.
...
Tava ali, no meio do nada... num deserto quente, sem qualquer calor humano. A parede que sobrara parecia um pirata chorando de ponta cabeça. Como não existem piratas no deserto, deveria ser apenas a parede de uma casa que um dia teve frio e calor na medida certa. Ou não. Pode ser nada. Cravado lá. Só pra que alguém tentasse entender o que não é pra se entender.
Nada demais. Aqui é apenas um lugar como a casa da avó. Posso escrever o que bem entender e da maneira como achar que seja melhor. Nada de edições e censura quase zero! Se quiser entender um pouquinho mais, vá até a primeira postagem, feita no dia 09 de julho de 2008, chamada "Trocando fraldas e comendo pão de queijo", que o entendimento pode ser melhor. Mais: o padrinho já foi escolhido: Paulo Henrique Almeida dos Santos, o Paulão (artista nato!), que deu cara nova ao blog e me presenteou com a minha caricatura - também feita por ele.