quinta-feira, 31 de julho de 2008

CLT

Meu anjo da guarda tem adicional noturno e gratificação por insalubridade!

Um Everest de calorias!!!

Misture doce de leite com rosquinha mabel triturada, em forma de farinha. Acrescente licor de amaretto. Faça as bolinhas e mergulhe no chocolate derretido. Pronto, virou trufa!
Atenção: Cada uma tem caloria suficiente para você sair de casa e ir para a academia correndo, passando por Trindade, Nova Veneza e Nerópolis. Coisinha rápida de queimar!!!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Diálogo com a vizinha de cima

Parte I

Há oito anos moro no sétimo andar, de um prédio de oito andares. É o primeiro prédio onde moro, com alguém morando em cima. Sempre vivi no último andar. Pois bem, ao voltar de uma viagem de férias comecei a ouvir sons diferentes e a acordar mais cedo. Comecei a perceber também que meu sono não me descansava mais, como antes. Até que percebi o motivo.

Enquanto eu curtia a tranqüilidade das minhas férias, uma nova vizinha se instalou no apartamento que fica em cima do meu. Ela e mais uma matilha de poodles que acharam seu cantinho para arranhar o chão e coçar as unhas. Pois os dois monstrinhos ficam o dia inteirinho e a noite inteirinha erranhando o chão. Um encontrou um ponto que fica bem acima da minha cama. O outro, um ponto mais isolado no corredor do apartamento, que fica em cima do meu computador. É pirraça. Só pode ser!

Será que esses infelizes não podem procurar um lugar lá na área de serviço? Dia desses, era quase uma hora da manhã, meus olhos rachados de sono, e os ‘francezinhos branquelos de algodão’ ainda não estavam satisfeitos. Interfonei ao porteiro e pedi para que ele chamasse o apartamento de cima. Ele não o fez! De pijama e descalço, subi as escadas e toquei a campanhinha:

A mulher do apartamento de cima: Quem é? – antes de abrir a porta.

Eu: Seu vizinho de baixo! – anunciei.

A mulher do apartamento de cima: Boa noite! – assim que abriu a porta.

Eu: Deve estar sendo ótima para a senhora. Pra mim, uma tormenta! – retruquei.

A mulher do apartamento de cima: O que foi? – perguntou com a testa franzida.

Eu: A senhora poderia, por piedade, fazer com que seus cachorros parem de arranhar o chão? Coloque uma meia neles, ou borrachas nas unhas. Leve-os ao veterinário, – sugeri! – mas faça alguma coisa porque eu não consigo dormir...

A mulher do apartamento de cima: ? – com um olhar assustado.

Eu: Bom dia!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

A salvação dos apreciadores

EXPAND STORE NA LEI SECA

Na Expand Store, a abstemia é premiada. Para aquele seu amigo que se dispõe a dirigir para a turma e ficar sem beber, foi criado o Menu Abstêmio.

No Wine Bar, o motorista dos amigos tem direito a cerveja sem álcool, petisco e sobremesa. No Bistrô Expand, cerveja sem álcool, entrada, prato principal e sobremesa.

Tudo de graça, desde que num grupo de quatro ou mais pessoas com consumo mínimo per capta.
Quem for beber, já sabe: na Expand os vinhos consumidos tanto no Wine Bar quanto no Bistrô têm preço de importadora.

Mais um motivo para fazer da Expand um delicioso lugar para se exercitar os melhores prazeres da vida!

sábado, 26 de julho de 2008

Sushi virtual vai às mesas


I ENCONTRO DOS APRECIADORES DE SUSHI DO IKEBANA

Ikebana Sushi Bar e Comunidade do Orkut Sushi – Goiânia realizam encontro de apreciadores de comida japonesa como forma de integração


Na próxima terça-feira, dia 29 de julho, o Ikebana Sushi Bar abre as portas para receber os apreciadores da boa culinária japonesa, em noite de confraternização, a partir das 19 horas. Será realizado o primeiro Encontro dos Apreciadores de Sushi do Ikebana, que terá o apoio da comunidade Sushi – Goiânia, criada no Orkut, em 28 de julho de 2004, que comemora quatro anos. A intenção é integrar as várias comunidades e os degustadores da culinária japonesa em Goiânia e no interior.

A cultura da terra do sol nascente também terá destaque, assim como a preparação dos pratos. O Ikebana Sushi Bar preparou um cardápio diferenciado e peças exclusivas serão servidas à vontade. Tudo para marcar Goiânia como uma das capitais brasileiras do sushi. O encontro tem capacidade limitada de pessoas e as reservas já podem ser feitas pelo telefone (62) 3945-1558 e 8413-5515.

Cardápio

Entrada: guioza, tempurá de legumes ou sunomono.
Combinado: 05 sashimis e sushis à vontade (hossomakis, uramakis, niguiris, hots e peças especiais - mosaico, acelga maki, hot ebi cheese, hot skin cheese)
Sobremesa: hot de banana ou morango, ou tuna de morango ou kiwi com nutela.
Refrigerante incluso
Preço: R$ 42,00 por pessoa.
Necessário reserva!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Quinta edição do evento Só Para Mulheres

Jornalista e empresária Ciça Carvello já tem pronta toda a programação de atividades da quinta edição do Só Para Mulheres, evento que ocupa o Centro de Cultura e Convenções de Goiânia entre os dias 28 a 31 de agosto. Já estão confirmadas as presenças da escritora e atriz Maitê Proença, que vai autografar o seu livro Uma Vida Inventada, do maquiador e fotógrafo Fernando Torquato, que fará palestra sobre beleza e da jornalista Alexandra Farah, que vai falar sobre o pretinho básico, a preferência de nove entre dez mulheres. Outros detalhes são os acessórios da lojinha do SPM, assinados pela designer Isa Oli, e a brinquedoteca, este ano sob a responsabilidade da Lê Devolve e da Mabelokos da Mabel. Para os homens que acompanharem as mulheres na maratona, oportunidade de ver de perto o novo Gol no espaço da Saga.

Batman ficou com inveja do Coringa!

O ator Christian Bale, que faz o papel principal no novo filme do Batman, O Cavaleiro das Trevas, foi preso em Londres, acusado de agredir a mãe e a irmã antes de uma das premières do filme, informou a mídia britânica nesta terça-feira.
Fonte: Portal Terra
Se a moda pega...

Utilidade pública

Era azul! Mas já estava desgastado pela luz do sol que invadia a sala do apartamento 1022 e judiava daquele coitado, que agora foi deixado à rejeição. O Sofá Camarim fora comprado dez ou onze anos atrás. O valor dele teve que ser dividido em 10 prestações para que os donos da casa pudessem levá-lo para o lugar de destaque, na sala. Ali no lado sul do cômodo ele ficava parado, sendo agredido pela claridade matutina e esperando para receber um corpo cansado. Fora assim durante mais de uma década. Agora está ali, jogado no canto da calçada, esperando que o lixeiro o leve ou que alguém com um pouco de alma o carregue.

Bastou o último raio de sol se esconder. Uma carrocinha com tração ‘animal-humana’ encostou perto do sofá. Uma senhora franzina, com a pele enrugada e seca, de mais ou menos 70 anos, estudava o tamanho e a largura do meio de transporte. Ela estava decidida: iria levar o sofá. Depois de muito medir e calcular, quase que desistindo da empreitada, um senhor dobrou a esquina. Imediatamente a mulher pediu auxílio. Os dois pareciam ter uma força descomunal. Em menos de três minutos abraçaram o sofá e o colocaram na carroça.

A puxadora se esforçou para dar o primeiro arranco. Mas a vontade de chegar em casa logo e colocar o móvel no lugar certo a motivava cada vez mais. Assim ela se foi. Puxou a carroça com o sofá em cima por mais de cinco quilômetros. Ao chegar, um barraco feito de madeirite, que não deveria ter mais de trinta metros quadrados, chamou os cinco filhos para ajudar na retirada do sofá. Ele foi para a entrada da casa. Não cabia lá dentro. Foi preciso abrir um buraco no portal, que foi remendado depois que o sofá fora colocado lá dentro.

O dia seguinte foi de conhecimento para a senhora e os filhos. Ninguém foi para a escola. Ela esqueceu as obrigações de catadora e ficou em casa, junto aos filhos, admirando a beleza do azul turquesa daquele sofá. Estava mais azul do que nunca, aos olhos dela. E era o destaque, não apenas da sala, mas da casa inteira. Chamou os vizinhos para ver. Muitos ameaçavam se sentar, mas o olhar da senhora era de um ciúme inacreditável da peça. Ficou também, só para admiração dos amigos. E assim ficou, por longos anos.

Num sábado à noite, o filho mais velho daquela senhora, chegava em casa, depois de uma carraspana, e sujo por ter caído numa poça de lama, se jogou com tudo em cima do sofá azul. Foi o suficiente para acordar a mãe que chegou aos berros na sala. O rapaz não moveu um músculo sequer. Foi preciso arrastá-lo! Mas com isso, parte do forro veio junta. O sofá não era mais o mesmo. Durante o resto da noite e a madrugada, a senhora, já cansada, tentou, em vão, limpar o móvel. Impossível! O cheiro da lama, misturado ao da cachaça que o filho exalava, fez com que ela se lembrasse de Timóteo, o pai de dois dos cinco filhos dela, que morrera de cirrose oito anos antes, depois de torrar toda a grana com bebida e mulheres, e deixá-la com uma mão na frente e outra atrás. A repulsa foi imediata!

Durante um mês ela tentou conviver com o sofá. Mas as lembranças não paravam de martelar a cabeça dela. Decidiu: faria com o sofá, o mesmo que fizera o primeiro dono da peça. No dia seguinte, antes mesmo que o sol saudasse a manhã, ela colocou o sofá na mesma carroça e tomou o rumo da rua. Num lugar ermo, debaixo de uma árvore, ela teve que fazer um esforço quatro vezes maior para retirá-lo do transporte e colocá-lo no lugar onde, mais tarde, tomaria seu rumo definitivo.

Sumidas embaixo das manchas de lama estavam as três últimas letras do Sofá Camarim, mas não era de se esperar que alguém o encarasse e conseguisse ler nas letras que sobravam: “Sofá Cama”. Mas Salustiano conseguiu. E seus olhos também brilharam ao ver o azul turquesa embaçado. Imaginou que pudesse colocar aquela esteira que achou numa rua do centro, dias antes, e tudo ficaria novinho em folha. E foi assim que Salustiano transformou o Sofá Camarim em Sofá Cama, leito para dois dos seus seis filhos.

domingo, 20 de julho de 2008

Conto de fadas

A Cinderela estava em casa, toda tristonha e cabisbaixa quando, de repente, eis que surge sua fada-madrinha:
- O que há, Cinderela? Por que toda essa tristeza?
- É que hoje é o dia da festa do Príncipe no castelo e eu não posso ir porque estou naqueles dias.
- Ah, Cinderela. Incomodada ficava a sua avó, disse a fada-madrinha.
Então, empunhando sua varinha mágica, a fada transformou a abóbora em um OB. Explicou como se usava e lá foi a Cinderela toda feliz para a festa no castelo...

À meia-noite a Cinderela morreu.

sábado, 19 de julho de 2008

Voleibol


O Dunga deveria pegar umas aulas com o Bernardinho. Que time!!!