sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Globo soluçou


Gente, a Globo hoje deveria estar totalmente consternada com a morte do Michael Jackson. Nunca vi errarem tanto! Só que eu percebi, a pobre da Rosana Jatobá, durante a Previsão do Tempo no Jornal Hoje, confundiu o Pará com o Mato Grosso. By the way, o Evaristo também não estava nadinha afinado na apresentação do jornal da tarde. E o coitado do Jorge Pontual, ao vivo, do escritório da Globo em Nova Iorque? Gente, o que foi aquilo? Parecia que TP era bicho inexistente!

E o Vídeo Show? O gordinho do André falava junto com o... – como é o nome daquele outro? – ... parecia que um queria falar mais que o outro. Depois entrou a japonesinha da Geovana Tominaga, entrevistando um cara da Malhação que estava competindo no quadro Dança dos Famosos, do Faustão. O papo foi Michael Jackson, mas o microfone ela não sabia segurar mesmo...

Bem, passa o tempo e entra o Globo Notícia, no final da tarde, com a Fátima Bernardes. Errou várias vezes, como se o TP estivesse com soluço! Não entendi. Depois veio o Jornal Nacional. Rodrigo Bocardi erra de cara, nos cumprimentos, erra as horas e faz a maior confusão com o fuso da Califórnia.

Conversando com o Nelson Mota, William Bonner se perdeu em meio às laudas, olhou de lado para a câmera e não sabia o que fazer. Coube à fiel escudeira, dançarina, esposa e mãe, Fátima Bernardes chamar o futebol, mas... no próximo bloco!

É... a morte de Jackson mexeu mesmo...

PS.: Luigi Bariccelli (achoque é assim que se escreve) era o outro apresentador do Vídeo Show.

terça-feira, 23 de junho de 2009

10 ANOS DO ARRAIAL DA ESCOLA INTERNACIONAL DE GOIÂNIA

Alunos encenam em quadrilha visita de franceses a Campina Grande
A história contada de uma forma lúdica e criativa, por meio da dança de quadrilha e do teatro. Essa foi a idéia que a Escola Internacional de Goiânia teve ao preparar 350 crianças, de 1 ano e meio a 12 anos de idade, para comemorar os 10 anos da tradicional festa junina da escola. O enredo criado pela bailarina clássica e psicóloga Carla Ferrari Custódio Maia, coordenadora de eventos da unidade, é uma homenagem ao ano da França no Brasil e vai contar como se deu a visita de franceses ao país tupiniquim. Para montar o enredo, a bailarina mergulhou na história e usou a criatividade para criar uma visita fictícia de franceses à maior festa junina do mundo: a Festa de Campina Grande, na Paraíba. O resultado de tudo será apresentado nesta quinta-feira, a partir das 19 horas, no Salão Ara Macao, no Clube Jaó.

Carla Ferrari é formada em balé clássico pela Royal Academy de Londres. Foram os anos de estudos na Europa que a ajudaram a preparar o enredo e a coreografia. Em cerca de três meses de pesquisas em livros que relatam a origem da quadrilha, Carla fez uma viagem pela França – e algumas partes da Inglaterra – para conhecer as manifestações culturais, por volta de 1800. “Pude notar, durante as pesquisas, que os grandes movimentos da dança de quadrilha originaram-se na França. Há também ocorrências em alguns lugares da Inglaterra”, ensina a professora.

A coreografia será variada. Os alunos vão dançar quadrilha no ritmo de diversos estilos musicais, criteriosamente ensaiados durante dois meses. “O que pretendemos mostrar é que na maior festa junina do mundo, a de Campina Grande, sempre existiu uma grande visitação de turistas, principalmente estrangeiros. E como a nossa escola é uma escola internacional resolvi aproveitar a referência e homenagear o ano da França no Brasil”, explica. Segundo a bailarina, o enredo e a coreografia foram pensados de forma a entender que o ‘Arraial da Internacional’ – nome da festa junina – acontecesse em Campina Grande.

Carla explica ainda que tanto na França, quanto em Campina Grande, a fogueira é o símbolo máximo da festa. “Nós também teremos uma fogueira, mas não será com fogo. Apenas cenográfica!”, explica ela. De todo o estudo feito, será tirada da França a quadrilha tradicional e de Campina Grande a inovação e a espontaneidade. “Pretendemos mostrar que é possível ensinar história e cultura através de um trabalho diferenciado. Além do mais, os alunos se envolvem, ganham mais sendo de responsabilidade, se tornam mais independentes. Isso é o nosso maior prêmio no final da festa”.


A entrada é gratuita e aberta ao público.

sábado, 20 de junho de 2009

Pelo menos, valeu o truco!


Quer dizer que foram quatro anos da minha vida jogados fora? E mais outros tantos de preparação para o vestibular... rios de dinheiro pagos ao Colégio Objetivo - chega a um ponto que a gente até começa a questionar a importância da educação. Credo! E simples como cozinhar um arroz, o Ministro Gilmar Mendes me apronta essa: agora meu diploma não vale nada! Nada! Sabe o que isso significa? Também não sei. Ainda não consegui digerir.

Ele comparou um jornalista a um cozinheiro. Não me lembro bem das palavras, mas ele disse que um cozinheiro não precisa de diploma para cozinhar. Claro que não. Mas ele precisa saber cozinha. Acha que é fácil fazer comida boa? Cozinhar arroz, diga-se, não é tarefa das mais fáceis. Tem gente que não faz nem a custa de eboh. Mas sêo Gilmar insistiu. E eu fiquei pensando: será que para ser juíz (apesar de Ministro, ele antes é juiz) é preciso de diploma? Qual é a importância de um dilpoma para a categoria dele? Bem, se se trata de leis – e juízes julgam baseados nas leis – não precisa ser gênio e nem ter QI acima do normal para ser um juiz. Basta seguir a cartilha. Não é mesmo? Se existem as leis, basta decorá-las e aplicá-las. Pode até levar a cartilha debaixo do braço, caso tenha medo de se esquecer.

Mas voltando à universidade... o que eu fiz lá nos quatro anos que passei estudando, tendo aulas com o Pierre, que tava ‘bomba’ por falta. O que eu estava fazendo sacrificando meus domingos para ler “Os Bestializados”, a pedido da professora Dalva Maria? E a Jane Sarques, que me fez entender de cultura de massa lendo apostilas infindáveis para as provas bimestrais... Não adiantou de nada! Foi tudo em vão. Perdi tempo. Mas sêo Gilmar Mendes acha que isso é bobagem. Ele acha que, se o cozinheiro não precisa de diploma, jornalista também não precisa. E ponto! Será que o doutorzinho sabe cozinhar arroz? Será que ele saberia fazer uma entrevista e conduzi-la de forma inteligente, fazendo com que o entrevistado se mantivesse preso ao assunto? Duvi-dê-ó-dó!

Mas o que eu fiz na universidade, além de conquistar o meu diploma, que não vale mais nada? Conheci pessoas. Aprendi a fotografar, aprendi a beber de verdade... mas agora, perdi a minha conquista. No dia da minha formatura, joguei chapeuzinho pra cima, tirei foto com o canudo na mão. Pra que? Pro Gilmarzinho chegar agora e me comparar com um cozinheiro (sem querer desmerecer a profissão, já que também atuo na área – e até acho que agora serei mais reconhecido pela gastronomia!) e derrubar minha conquista!

Bem, de tudo ainda fica, pelo menos, um resquício do meu aprendizado na universidade. Aprendi que o zap vale mais e o sete de copas pode ser um coringão. Aliás, o truco acabou me fazendo PHd no baralho – e isso abriu um leque de oportunidades na vida de jogatina – e hoje comando várias rodas de jogos noite adentro. Se o Gilma (sem ‘r’ mesmo) arrancou de mim a minha conquista do diploma, essa ele não poderá mexer. E, nesse caso, a promessa que eu havia feito de não jogar mais truco, acaba de ser quebrada. Se uma das conquistas me foi arrancada, pelo menos essa outra eu tenho de manter. Sem diploma, mas com troféu. E em bom nível!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Síndrome de Alice


Diante dos fatos que vêm acontecendo nesse país em que a política mais parece experiência malsucedida (ou piada de mau gosto), de deputado que dirige bêbado e mata gente, de corrupção que seeeeempre existiu desde que o Brasil é Brasil (plagiando Roberto da Mata!), de compras de castelos, 14º e 15º salários, de auxílio moradia sem necessidade, enfim... acabei achando uma fórmula para fazer com que essa balbúrdia acabe. Ou afunda-se o Congresso!

Bem, são eles, deputados e senadores, que fazem as leis, não são? Pois é, então faremos uma coisa: leis iguais pra todo mundo, como prega a Constituição. Infelizmente, vale lembrar que isso aqui tem grandes chences de não funcionar – ô ilusão! Mas como são eles quem fazem as leis, eles também precisam dar exemplo. Então, estipula-se o seguinte: criar leis que sejam, realmente, respeitadas e cumpridas por todos! Tudo isso para justificar os altíssimos salários de quem vive às custas do povo. Para cada crime, uma pena. Por exemplo:

Deputados e senadores – todos eles! – são proibidos de infringir as leis – todas elas! – que fazem parte da Constituição Federal e dos Códigos Penal, Civil e de Trânsito Brasileiros. Coisa simples, como:

1. Dirigir bêbado – Pena básica: A suspensão da CNH por 3 anos / Com vítima: Perda da CNH / Com vítima fatal: Encaminhado a julgamento
2. Corrupção – Pena básica: perda do cargo, devolução do dinheiro aos cofres públicos, inegibilidade para sempre e 1 ano de prisão / Para cada R$1.000 roubados, 10% de multa ao mês / Se o valor ultrapassar o valor do salário dele, além de todas as penas, mais 4 anos de prisão
3. Desacato/Maus-tratos – Pena básica: Multa no valor de 10 salários mínimos, sem direito a recorrer / Se for com um idoso, a multa vai para 10 salários mínimos, durante 1 ano, e mais prestação de serviço à sociedade / se houver contato físico, acrescenta-se pelo menos um mês de detenção, de acordo com o grau do contato
4. Sonegação fiscal – Pena básica: Pagamento imediato do valor sonegado com multa de 50% do valor / Em caso de reincidência, a multa sobre para 100% do valor sonegado / Se houver mais de uma reincidência, além da multa, reclusão de no mínimo seis meses, dependendo do valor
5. Aceitar benefícios públicos sem necessidade – Pena básica: Devolução total de tudo que recebeu, com correção monetária e multa de 10% / Reincidência: devolução com multa de 100% / Em caso de segunda reincidência, perda do mandato e inegibilidade
6. Falta ao trabalho – Pena básica: corte de ponto e, consequentemente, corte no salário / Com 30% de falta, salário é cortado pela metade / Com 50% de falta perde-se o mandato

Bem, aqui estão apenas algumas sugestões. Pode me enviar a sua também. Já pensou se a coisa pega... hum! O Brasil seria o País das Maravilhas.

Aí a gente acorda!

domingo, 7 de junho de 2009

sábado, 6 de junho de 2009

Com barata, sem preços e sem produtos, o Marcos agoniza!

Alguém tem ido ao Supermercado Marcos ultimamente? Tem um perto da minha casa e não há como fugir dele, já que fica na minha rota. Mas as coisas estão ficando desesperadoras. Há mais ou menos seis meses, parece que os donos do supermercado começaram a entregar os pontos: faltam produtos elementares, como molho de tomate e chocolate puro, em barra. Atum em conserva de água e sal não se vê nas prateleiras faz tempo. Artigo se luxo!

Mas a situação começou a ficar ainda pior, se é que tem jeito! Ontem fui comprar coisas miúdas, poucas. Foi um teste de paciência. Primeiro não achei metade do que fui procurar. E mais: os produtos não têm etiqueta de preço, o que fere o Código de Defesa do Consumidor. Quando você chega ao caixa e pede para a mocinha olhar o preço na máquina, ela diz que é preciso registrar. Se o preço não agradar, daí começa uma outra labuta: chama o gerente, digita a senha, cancela a compra. No meio do trabalho, outro produto sem preço. Novamente: chama o gerente, digita a senha, cancela a compra... e começa tudo de novo! Paciência...

Mas se ficasse apenas nisso, ainda tinha uma solução, se quisessem. Mas quando vi as baratinhas, correndo livres, abaixo da prateleira de amendoins japonês... Deitei com a carga! Deixei de lado toda e qualquer esperança.

Será que alguém sabe informar o que tá acontecendo? O Supermercado Marcos está falindo? Será que alguém pode fazer alguma coisa? O pior é que a gente sempre se esquece dos problemas e acaba voltando. Só quando se depara com a primeira decepção, de não encontrar um produto qualquer, é que a gente se lembra que ali não dá mais para comprar...

Reclamei para o gerente. Duvido que o problema se resolva! Semana que vem, se eu não me lembrar de procurar outro supermercado, eu conto como foi!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Sem multa e sem estragos por apenas R$10


Eu não poderia me furtar a falar sobre a pecuária! Ah, a pecuária! Durante anos, o mês de maio foi o escolhido para tirar minhas férias. A melhor época: primavera na Europa, frio no sul, sem chuvas... Isso porque eu, como era repórter de telejornal diário e trabalhava à noite, era também o responsável por toda e qualquer matéria que houvesse entre 18 e 23 horas. No caso da pecuária, se estendendo até às 3 horas da manhã. Com febre ou sem febre.

Pois bem, deixei esse tronco faz tempo. Não sinto a menor falta. Mas ontem, ao ver uma matéria feita pela minha amiga Fernanda Arcanjo, da TV Record daqui de Goiânia, percebi que o tempo passou, mas os problemas continuam os mesmos. A reportagem mostrava vários flagrantes do abuso – pra não dizer coação! – de flanelinhas (também conhecidos como vigias de carro!) que acontecem nas redondezas do Parque de Exposição de Nova Vila. O pior, é que a reportagem mostra, claramente, a ‘conivência’ de agentes da AMT (Agência Municipal de Trânsito). Segundo a reportagem, os flanelinhas pagam uma porcentagem aos agentes para que esses não multem os carros que eles estão vigiando. Muitos deles estacionados ao longo da Marginal Botafogo.

Tem uma parte, na reportagem, em que o motorista se arrisca a colocar o carro em uma vaga, na rua, uma via pública, que está cercada e com espaço demarcado pelos flanelas. O papo com o tal vigia deixa a entender que, se não pagar os R$10 ele não se responsabiliza pela segurança do carro. Pensa? “Não vai pagar, não? Ih, aí fica difícil seu carro sair daqui inteiro!”, mais ou menos assim...

Bem, nesse caso a quem recorrer? Polícia? Poderia ser se policiais militares também não estivesses no esquema de flanelinha, “ganhando um por fora”, como disse. A PM diz que não há nada que os impeça de praticar tal serviço. Mas também diz que o cidadão que se sentir coagido deve chamar a polícia. É a polícia para combater a polícia? Só se for!

Há muito tempo eu reclamo dessa situação. Flanelinhas que cercam um espaço na rua, cobram para não avariar seu carro – e cobram caro! –, todo mundo vê: polícia, Ministério Público, governo, exército, a CIA, a Scotland Yard... Mas, ao mesmo tempo, 'ninguém vê'. Todos ficam omissos. Nesse caso a quem devemos nos recorrer? Chapolim Colorado? Não temos supereróis brasileiros e o mexicano deve estar infectado com a gripe suína.

É esperar os cowboys se recolherem e os flanelas se dissiparem de novo. A partir do mês que vem, os preços dos estacionamentos deve baixar. Daí, pagar para estacionar na porta de casa, cai para, no máximo, R$5. Descontão de 50% o resto do ano!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Juro que não entendi!

Foram quase 15 minutos parado, esperando o senhor colocar o carro na vaga de estacionamento da garagem do meu prédio. Esperei pacientemente! Até gravei a tentativa hercúlea dele em manobrar o fiat uno, para frente e para trás, em um espaço tão ínfimo. Mas o tempo estava passando e eu não aguentei mais. Desci do meu carro, que estava parado no meio da garagem, e fui até ele oferecer ajuda. Segue diálogo!
Eu: O senhor quer ajuda?
Limpando a testa do suor que insistia em escorrer pela face, ele agradeceu:
Ele: Não, obrigado. Eu sempre faço isso.
Eu: É problema na bateria?
Ele: Não. Só prá não ligar o motor.
Eu: ?
Ele deu um sorrisinho de leve...
Eu: Peraí. O carro do senhor está em perfeito estado? Funcionando tudo?
Ele: Sim.
Eu: E por que o senhor não entra dentro, dá a partida, engata e ré e coloca na vaga?
Ele: Não quero ligar o motor.
Eu: Como assim? Por que?
Ele, sem me responder a pergunta: Sempre faço assim.
Eu: ?
Depois de perceber que eu queria colocar meu carro justamente na vaga onde ele tentava manobrar o carro, ele entra no veículo, dá a partida e engata a ré. Em menos de cinco segundos o carro dele estava na vaga que lhe era de direito.
Coloquei meu carro na minha vaga. Desci e olhei pra ele. Não me contive:
Eu: Está tudo bem com o senhor?
Ele: Agora eu vou aproximá-lo mais da parede para ficar mais fácil de sair depois.
O senhor então saltou do banco do motorista e, com o carro desligado, recomeçou a manobra dentro da vaga dele.

Juro que até agora me pego pensando no fato e na possibilidade de existirem pessoas diferentes, mas tão diferentes, que parecem não ser desse mundo, mas sim de um outro bem mais atrasado.

terça-feira, 12 de maio de 2009

PRIMEIRA MOSTRA MEGGA INTERIORES DELL ANNO


Uma das marcas mais renomadas de móveis modulares do país inaugura mostra em noite beneficente

Ambientes que traduzem a necessidade de agilidade no dia-a-dia, mas tudo com muito charme e bom gosto. O desafio dos profissionais da arquitetura e do design foi criar espaços resumidos e funcionais que combinam com o estilo de vida moderno. Essa é a essência da 1º Mostra de Ambientes Megga Interiores Dell Anno, que será aberta oficialmente na quarta-feira, 13, às 19 horas, na Av. 136 esquina com a 121 – Setor Sul, quando a loja será inaugurada oficialmente em Goiânia. A noite é beneficente, com arrecadação de cobertores para a campanha contra o frio da OVG – Organização das Voluntárias de Goiás. Os profissionais convidados e seus ambientes são:
Quarto do Casal – Regina Amaral, Márcia Albiéri e Fátima Mesquita; Home Theater – Pedro Ernesto Gualberto e Leandra Gualberto; Sala de Jantar – Pedro Paulo Luna; Quarto do Adolescente – Alessandra Kostik; Home do Jovem Casal – Daniel Almeida; Quarto do Jovem Casal – Genésio Maranhão; Escritório do Jovem Empresário – Leo Romano e Home Cook com Estar – Sanderson Porto e Ana Paula.

Os produtos da marca Dell Anno são produzidos num dos mais respeitados pólos moveleiros do Brasil: a cidade de Bento Gonçalves, região serrana do Rio Grande do Sul. Cidade que é conhecida pela beleza, hospitalidade e próspero desenvolvimento econômico e social. Há 23 anos, em 2 de setembro de 1985, a empresa iniciou a produção de seus móveis.

Com a proposta de oferecer um estilo exclusivo em móveis planejados, foi construída a sua moderna indústria, investindo-se em máquinas e equipamentos de última geração, que formam um dos mais avançados parquestecnológicos do setor.

Trabalhando sempre com qualidade e responsabilidade, a Dell Anno se tornou uma das maiores e mais conhecidas marcas de móveis planejados do Brasil. Seus produtos são exportados para os mercados mais exigentes do mundo, como Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra e países da América do Sul.

No Brasil, contamos hoje com mais de 300 lojas autorizadas que levam até nossos clientes toda a qualidade Dell Anno. Todas as lojas autorizadas Dell Anno passam por rigorosos treinamentos, com os profissionais da própria fábrica, que apresentam as melhores técnicas para atender o cliente com total conhecimento do produto e qualidade nos serviços prestados.

Depois de ser planejado pelos projetistas das lojas autorizadas e ter definidos todos os detalhes, os pedidos dos clientes são encaminhados via sistema eletrônico instantâneo para a fábrica. E, assim, com agilidade e segurança os móveis planejados logo farão parte da casa das famílias brasileiras!

Os móveis Dell Anno são planejados, desde a escolha dos padrões até o detalhe final de acabamento – tudo é feito para chegar ao nível de qualidade e beleza que o cliente Dell Anno deseja!

Dedicação, criatividade e treinamento permanente de seu pessoal na busca pela melhor qualidade é o que fazem a Dell Anno ser uma das mais conhecidas e respeitadas marcas do mercado.

A Dell Anno é assim: ela pensa em todos os detalhes e ambientes, desde cozinhas, dormitórios, closets, home theaters, áreas de serviço, banheiros e arquitetura comercial. E valoriza cada espaço: planejando espaçosmodernos e agradáveis, para um convívio mais feliz.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tecnologia em favor da saúde


Serviço de Urologia do Hospital Lúcio Rebelo adquiriu o Holmium Laser

A capital goiana passa contar com um equipamento de última geração para tratamento de cálculos renais. O Serviço de Urologia do Hospital Lúcio Rebelo acaba de adquirir o Holmium Laser com tecnologia Odyssey 30 – Cook Medical, o que há de mais moderno para fragmentação de cálculos (pedras) nos rins, bexiga e ureteres. Além disso, o equipamento trata tumores urológicos (rins, bexiga e ureteres).

Este é o único aparelho em Goiânia com a tecnologia Odyssey 30 – Cook Medical. Em relação aos aparelhos de gerações anteriores, ele tem maior potência disponível (30 Watts); possibilidade de tratamento de tumores urológicos; propriedade exclusiva de variação de duração ou largura de pulso do feixe do laser; feixe de mira ou referência na cor verde; disco com seis lentes de blindagem para proteção da lente focal do equipamento. Isso significa mais vantagens para o paciente e para a equipe médica. Por exemplo, não há necessidade de cirurgias abertas (cortes nos pacientes), a recuperação pós-operatória é mais rápida e a taxa de sucesso do método é a maior dentre as opções terapêuticas existentes, ou seja, é o que fornece melhores resultados.

O Serviço de Urologia do Lúcio Rebelo é composto pelos médicos urologistas Fernando Franco Leão, Flávio Carvalho Mendonça e Marcus Jasson Loyola Santana Rios e também trata de outros problemas como a incontinência urinária, disfunção erétil e doenças sexualmente transmissíveis.