quinta-feira, 9 de julho de 2009

UM ANINHO! E A CARA COMO MUDOU...


Ops! Esse é mesmo O Dono do Tempo. Você não está em endereço errado. A cara nova é a mudança pelo primeiro ano de existência, de trocas de fraldas e de infindáveis canecas de café e pão de queijo – sem óleo e sem ovo, diga-se! Um ano de uma experiência que me fez aprender a ser mais calmo, mais crítico e mais ácido em algumas críticas. Aprendi que escrever – ou buscar o que falar – quase que diariamente é um exercício de paciência e que faz – pelo menos fica parecendo – que as injustiças diminuam ao passo que as escrevemos e colocamos em rede para que todos tenham acesso. Ainda é tímida a visitação. Mas com o tempo conseguirei fazer com ele seja mais visto e mais conhecido. O aniversário foi ontem, mas só hoje pudemos trocar a cara dele.

O novo layout foi criado pelo mesmo criador do primeiro, o padrinho do blog Paulo Henrique Almeida dos Santos, o Paulão, a quem rendo todos os elogios pela criatividade e pela paciência com o compadre aqui. Dei alguns pitacos nas cores, mas foram mudanças simples e que podem ser mutáveis novamente. Apenas uma questão de gosto e costume.

Muitas emoções, muitas piadas, muita coisa séria, cobranças e críticas. Essa é a finalidade d’O Dono do Tempo. Continuo sendo pontual e continuo tomando café na caneca enquanto leio os jornais e escolho novos posts.

Parabéns a nós que fazemos o Dono do Tempo, a vocês que me ajudam a fazê-lo, aos que lêem, aos que comentam e aos que lêem e não comentam. Vale a pena pela visita. Continuem sendo sempre bem-vindos! As portas estão abertas e o café fumegando. Mais uma vez, pegue a sua caneca e boa leitura!

“Meu nome e meu ‘númuro’” cai na rede


A Câmara Federal aprovou a propaganda eleitoral na internet “com ressalvas”. Pensa!!! Pelamordedeus!!! Já pensou você com pressa, tentando abrir seu e-mail correndo para pegar o número de um telefone, sei lá...? De repente entra aquele pump-up, com uma foto horrorosa – como não poderia deixar de ser! –, o nome do infeliz e o número dele piscando nas cores do partido! Isso trava o computador de uma forma fenomenal... faz a máquina parecer uma tartaruga bêbada debaixo de sol quente. E o jingle? No final vem aquele: “Meu nome é João da Carroça Larga. Meu ‘númuro’...” Não... Ninguém merece.

Mas o pior vai ser a sua caixa de mensagens cheinha da silva, fazendo com que os seus e-mails importantes sejam devolvidos por falta de espaço. Tudo porque os tais santinhos eletrônicos viram spams dos mais indesejados. Pior ainda do que o tal do “Enlarge your penis!”, muitíssimo comum até o início deste ano. Pelo menos havia uma proposta de benefício que era séria.

Então, estou propondo fazermos um boicote aos candidatos que usarem a internet para fazer campanha eleitoral. É simples: apareceu santinho eletrônico ou pump-up, o candidato é banido da lista de possíveis candidatos a seu voto, extirpado de qualquer tentativa de pensamento em possibilidade de receber nosso voto. Assim fazemos a nossa parte. Macular a internet nessas alturas do campeonato, é tudo que nós não precisamos.

Há uma esperança: a matéria ainda tem de passar pela aprovação do Senado.

PS.: Já tem empresa oferecendo os serviços. A foto acima é uma propaganda de uma agência que faz propaganda eleitoral na internet. Que tal boicotá-las também?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Usando a tecla SAP (Vale a pena chegar até a parte de Adão, Eva e a maçã!)

Vida de cão


Foi uma noite inteirinha, e se estendeu ao dia com sol já alto. Um cachorro, da raça dálmata – pelo menos era o que se podia enxergar de onde eu estava – latia desesperadamente, já quase sem forças. O fato acontecia no quinto anadar do prédio que fica do outro lado da rua onde moro. Trancado em uma sacada de aproximadamente 2,0m X 1,0m o pobre uivou a noite inteirinha, sem qualquer esperança de que alguém pudesse tomar alguma atitude. O sono da vizinhança (o que para mim era o de menos naquele momento) havia sido comprometido seriamente.

Bem, ao acordar, fui procurar de onde vinham aqueles latidos tão sofridos. Doídos, mesmo! Pela minha sacada notei que os vizinhos dos prédios da redondeza estavam todos indignados com a situação. O pobre do cão trancado, arranhava a porta de vidro da sacada, numa tentativa desesperada e frustrada de entrar em casa. Provavelmente sem qualquer tipo de cuidado, ele ainda ficou ali por horas. Uma senhora do prédio ao lado, disse que não aguentava mais o sofrimento do cão e o barulho. Tentei fazer o que sempre faço nesses casos. Já que alguém tem que tomar uma providência, que seja eu.

Pela internet, encontrei o site da Associação Protetora e Amiga dos Animais. Muitos telefones! Para denúncia, também tinha um: 197. Liguei. Do outro lado atendem: “Polícia Civil”, a voz de uma moça se identifica. Disse a ela que tinha encontrado esse telefone no site da Associação e expliquei o caso. A resposta foi instantânea, como se já fosse de praxe, algo decorado: “Senhor, não podemos invadir o apartamento!”. Bem, isso eu já sabia. “E o qual a orientação que você pode me dar?”, perguntei. “Olha, você tem que ficar de olho e ter a certeza de que o cão esteja sendo maltratado”, me disse a voz. Fiquei sem entender. “Quer dizer que um cachorro trancado em uma sacada, de pouco mais de um metro quadrado, latindo por mais de 12 horas ininterruptas não é considerado mau-trato?”, indaguei e ela disse que nesse caso não podia fazer nada.

Liguei para uma moça que trabalha na Associação Protetora e Amiga dos Animais. Ela me orientou a ligar na Delegacia do Meio Ambiente – a Dema. Outra voz feminina, por nome de Vânia atende e, depois que explico o fato, ela me diz que a Polícia Civil está em greve. Fiquei mudo. Mas insisti e a voz saiu. Ela me disse, então, que era pra eu ter a certeza de que o animal estivesse sendo judiado. Gente, ficar trancado na sacada esse tempo todo não é ser judiado? E pelo tanto que o cão latiu, a noite inteira, não é possível que tenha alguém naquele apartamento. “O que muitas vezes acontece”, me disse a moça, “é que os donos viajam e deixam o cão sozinho e trancado. Mas isso não significa que ele não tenha água e comida”, me disse ela tentando amenizar a situação.

Bem, diante do fato, fazer o que? Não serei eu a invadir um apartamento e resgatar um cão trancado numa sacada. Saí de casa e o cão ainda tentava qualquer tipo de contato com o interior do apartamento. O latido dele agora, estava só um uivo triste e rouco. Provavelmente no fim do dia aquilo não estaria mais acontecendo. De estresse ou de fome o temor do cão seria cessado pela morte!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ao meu pai: Se ele não existisse, teria de ser inventado!

Se ainda não tivesse virado meu anjo da guarda, hoje meu pai completaria 65 anos de uma vida cheia de alegrias e invenções produtivas, de muita graça, de muitas boas atitudes e de um senso de justiça inigualável. É nessas datas que paramos pra pensar mais forte e lembrar dos maravilhosos momentos que marcaram minha vida ao lado dele. Um desses momentos, compartilho com vocês...

Era sábado de manhã. O friozinho leve e agradável me fez querer ficar mais tempo na cama, mas uma movimentação lá fora me chamou a atenção. Levantei-me e vi meu pai com uma vara de bambu, de aproximadamente três metros, passando-a pelas chamas de um fogareiro improvisado. “O que é isso?”, perguntei curioso e papai ergueu os olhos, sorrindo de lado e me disse: “um controle remoto”. Minha mente vagou procurando uma relação entre o bambu e a alta tecnologia, cara, para os padrões da época.

“O fogo”, dizia ele, “é para ressecar o bambu para que ele não envergue e evitar rachaduras, quando ressecar”, explicou-me ele. Papai tinha um tino para invenções que poderia deixar Professor Pardal de cabelos em pé. E eu, mais que orgulhoso e curioso, comecei a especular sobre o tal controle remoto.

Tínhamos um aparelho televisor, com sintonia de canais digital. Bastava um toque para que o canal mudasse. O problema é que o sofá de veludo verde, estrategicamente colocado em frente a uma mesinha de centro, ficava também em frente à TV, no canto esquerdo da sala, era muito longe. À noite, no intervalo do Jornal Nacional, papai sempre mudava de canal para ver o noticiário das outras emissoras. Mas ficar levantando sempre era algo que o incomodava. Na época, comprar um televisor novo – e com controle remoto – não era pra qualquer um.

Mas ainda não havia entendido como ele faria de uma vara de bambu, um controle remoto para a TV. Com uma caneca de café com leite na mão, sentei-me do degrau da escada que ia para o quintal. E ele começou a me explicar, como sempre fazia e adorava fazê-lo. “Se você olhar bem vai ver que tem um buraquinho na ponta da vara. Aí, bem aí, será colocado um pedacinho de ‘bombril’ para fazer o contato entre as duas extremidades do interruptor digital da TV”, ele explicava como se estivesse dando uma aula de engenharia no ITA. “Do meu sofá, conseguirei mudar de canal e, com alguma destreza, poderei mexer no volume e nas cores da TV”.

Fiquei pasmo com a inteligência simples dele. E ele era assim mesmo. Dava jeito pra tudo que, aparentemente não tinha jeito! Ele era engenheiro, arquiteto, eletricista, encanador... era cozinheiro de mão cheia – acredito que venha daí a minha paixão pela cozinha – chamado para os quatros cantos quando o assunto era pirão de peixe ou de galinha, moqueca e churrasco. A partir dali, surgiu mais uma qualidade: papai era também um inventor. De coisas simples, mas práticas, que facilitavam nossas vidas dia-a-dia.

Bem, com o tal ‘controle remoto’ pronto, foi a hora do teste. Ele se sentou na poltrona verde, tirou os sapatos, estendeu a perna na mesa de centro e fez o serviço completo. De primeira, ligou a TV, mudou de canal, aumentava e abaixava o volume dela... tudo com uma vara de bambu e um pedacinho de Bombril na ponta.

O invento foi motivo de várias peregrinações de vizinhos e risadas lá em casa. Vinha gente da cidade inteira conhecer o controle remoto que meu pai fez de bambu. Era uma piada para todos nós, mas era também um grande orgulho de ter em casa, ao lado de mim, alguém que pudesse fazer coisas tão perfeitas, partindo da simplicidade que sempre foi a bandeira do meu pai.

Onde estiver, Feliz Aniversário!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Punhetódromo


O Banco de Esperma de Xangai dá uma mãozinha, literalmente, aos doadores. No local da coleta têm moças (mãozinhas de veludo) que trabalham para fazer com que o material seja expelido com mais facilidade. Os doadores podem ir ao hospital doar até cinco vezes ao mês e ganham até 3 handjobs por vez.


Será que a China precisa disso? É... um incentivozinho à natalidade não é nada mal!

A mulher mais bonita do Brasil!


Precisa falar alguma coisa?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Globo soluçou


Gente, a Globo hoje deveria estar totalmente consternada com a morte do Michael Jackson. Nunca vi errarem tanto! Só que eu percebi, a pobre da Rosana Jatobá, durante a Previsão do Tempo no Jornal Hoje, confundiu o Pará com o Mato Grosso. By the way, o Evaristo também não estava nadinha afinado na apresentação do jornal da tarde. E o coitado do Jorge Pontual, ao vivo, do escritório da Globo em Nova Iorque? Gente, o que foi aquilo? Parecia que TP era bicho inexistente!

E o Vídeo Show? O gordinho do André falava junto com o... – como é o nome daquele outro? – ... parecia que um queria falar mais que o outro. Depois entrou a japonesinha da Geovana Tominaga, entrevistando um cara da Malhação que estava competindo no quadro Dança dos Famosos, do Faustão. O papo foi Michael Jackson, mas o microfone ela não sabia segurar mesmo...

Bem, passa o tempo e entra o Globo Notícia, no final da tarde, com a Fátima Bernardes. Errou várias vezes, como se o TP estivesse com soluço! Não entendi. Depois veio o Jornal Nacional. Rodrigo Bocardi erra de cara, nos cumprimentos, erra as horas e faz a maior confusão com o fuso da Califórnia.

Conversando com o Nelson Mota, William Bonner se perdeu em meio às laudas, olhou de lado para a câmera e não sabia o que fazer. Coube à fiel escudeira, dançarina, esposa e mãe, Fátima Bernardes chamar o futebol, mas... no próximo bloco!

É... a morte de Jackson mexeu mesmo...

PS.: Luigi Bariccelli (achoque é assim que se escreve) era o outro apresentador do Vídeo Show.

terça-feira, 23 de junho de 2009

10 ANOS DO ARRAIAL DA ESCOLA INTERNACIONAL DE GOIÂNIA

Alunos encenam em quadrilha visita de franceses a Campina Grande
A história contada de uma forma lúdica e criativa, por meio da dança de quadrilha e do teatro. Essa foi a idéia que a Escola Internacional de Goiânia teve ao preparar 350 crianças, de 1 ano e meio a 12 anos de idade, para comemorar os 10 anos da tradicional festa junina da escola. O enredo criado pela bailarina clássica e psicóloga Carla Ferrari Custódio Maia, coordenadora de eventos da unidade, é uma homenagem ao ano da França no Brasil e vai contar como se deu a visita de franceses ao país tupiniquim. Para montar o enredo, a bailarina mergulhou na história e usou a criatividade para criar uma visita fictícia de franceses à maior festa junina do mundo: a Festa de Campina Grande, na Paraíba. O resultado de tudo será apresentado nesta quinta-feira, a partir das 19 horas, no Salão Ara Macao, no Clube Jaó.

Carla Ferrari é formada em balé clássico pela Royal Academy de Londres. Foram os anos de estudos na Europa que a ajudaram a preparar o enredo e a coreografia. Em cerca de três meses de pesquisas em livros que relatam a origem da quadrilha, Carla fez uma viagem pela França – e algumas partes da Inglaterra – para conhecer as manifestações culturais, por volta de 1800. “Pude notar, durante as pesquisas, que os grandes movimentos da dança de quadrilha originaram-se na França. Há também ocorrências em alguns lugares da Inglaterra”, ensina a professora.

A coreografia será variada. Os alunos vão dançar quadrilha no ritmo de diversos estilos musicais, criteriosamente ensaiados durante dois meses. “O que pretendemos mostrar é que na maior festa junina do mundo, a de Campina Grande, sempre existiu uma grande visitação de turistas, principalmente estrangeiros. E como a nossa escola é uma escola internacional resolvi aproveitar a referência e homenagear o ano da França no Brasil”, explica. Segundo a bailarina, o enredo e a coreografia foram pensados de forma a entender que o ‘Arraial da Internacional’ – nome da festa junina – acontecesse em Campina Grande.

Carla explica ainda que tanto na França, quanto em Campina Grande, a fogueira é o símbolo máximo da festa. “Nós também teremos uma fogueira, mas não será com fogo. Apenas cenográfica!”, explica ela. De todo o estudo feito, será tirada da França a quadrilha tradicional e de Campina Grande a inovação e a espontaneidade. “Pretendemos mostrar que é possível ensinar história e cultura através de um trabalho diferenciado. Além do mais, os alunos se envolvem, ganham mais sendo de responsabilidade, se tornam mais independentes. Isso é o nosso maior prêmio no final da festa”.


A entrada é gratuita e aberta ao público.

sábado, 20 de junho de 2009

Pelo menos, valeu o truco!


Quer dizer que foram quatro anos da minha vida jogados fora? E mais outros tantos de preparação para o vestibular... rios de dinheiro pagos ao Colégio Objetivo - chega a um ponto que a gente até começa a questionar a importância da educação. Credo! E simples como cozinhar um arroz, o Ministro Gilmar Mendes me apronta essa: agora meu diploma não vale nada! Nada! Sabe o que isso significa? Também não sei. Ainda não consegui digerir.

Ele comparou um jornalista a um cozinheiro. Não me lembro bem das palavras, mas ele disse que um cozinheiro não precisa de diploma para cozinhar. Claro que não. Mas ele precisa saber cozinha. Acha que é fácil fazer comida boa? Cozinhar arroz, diga-se, não é tarefa das mais fáceis. Tem gente que não faz nem a custa de eboh. Mas sêo Gilmar insistiu. E eu fiquei pensando: será que para ser juíz (apesar de Ministro, ele antes é juiz) é preciso de diploma? Qual é a importância de um dilpoma para a categoria dele? Bem, se se trata de leis – e juízes julgam baseados nas leis – não precisa ser gênio e nem ter QI acima do normal para ser um juiz. Basta seguir a cartilha. Não é mesmo? Se existem as leis, basta decorá-las e aplicá-las. Pode até levar a cartilha debaixo do braço, caso tenha medo de se esquecer.

Mas voltando à universidade... o que eu fiz lá nos quatro anos que passei estudando, tendo aulas com o Pierre, que tava ‘bomba’ por falta. O que eu estava fazendo sacrificando meus domingos para ler “Os Bestializados”, a pedido da professora Dalva Maria? E a Jane Sarques, que me fez entender de cultura de massa lendo apostilas infindáveis para as provas bimestrais... Não adiantou de nada! Foi tudo em vão. Perdi tempo. Mas sêo Gilmar Mendes acha que isso é bobagem. Ele acha que, se o cozinheiro não precisa de diploma, jornalista também não precisa. E ponto! Será que o doutorzinho sabe cozinhar arroz? Será que ele saberia fazer uma entrevista e conduzi-la de forma inteligente, fazendo com que o entrevistado se mantivesse preso ao assunto? Duvi-dê-ó-dó!

Mas o que eu fiz na universidade, além de conquistar o meu diploma, que não vale mais nada? Conheci pessoas. Aprendi a fotografar, aprendi a beber de verdade... mas agora, perdi a minha conquista. No dia da minha formatura, joguei chapeuzinho pra cima, tirei foto com o canudo na mão. Pra que? Pro Gilmarzinho chegar agora e me comparar com um cozinheiro (sem querer desmerecer a profissão, já que também atuo na área – e até acho que agora serei mais reconhecido pela gastronomia!) e derrubar minha conquista!

Bem, de tudo ainda fica, pelo menos, um resquício do meu aprendizado na universidade. Aprendi que o zap vale mais e o sete de copas pode ser um coringão. Aliás, o truco acabou me fazendo PHd no baralho – e isso abriu um leque de oportunidades na vida de jogatina – e hoje comando várias rodas de jogos noite adentro. Se o Gilma (sem ‘r’ mesmo) arrancou de mim a minha conquista do diploma, essa ele não poderá mexer. E, nesse caso, a promessa que eu havia feito de não jogar mais truco, acaba de ser quebrada. Se uma das conquistas me foi arrancada, pelo menos essa outra eu tenho de manter. Sem diploma, mas com troféu. E em bom nível!