terça-feira, 26 de maio de 2009

Sem multa e sem estragos por apenas R$10


Eu não poderia me furtar a falar sobre a pecuária! Ah, a pecuária! Durante anos, o mês de maio foi o escolhido para tirar minhas férias. A melhor época: primavera na Europa, frio no sul, sem chuvas... Isso porque eu, como era repórter de telejornal diário e trabalhava à noite, era também o responsável por toda e qualquer matéria que houvesse entre 18 e 23 horas. No caso da pecuária, se estendendo até às 3 horas da manhã. Com febre ou sem febre.

Pois bem, deixei esse tronco faz tempo. Não sinto a menor falta. Mas ontem, ao ver uma matéria feita pela minha amiga Fernanda Arcanjo, da TV Record daqui de Goiânia, percebi que o tempo passou, mas os problemas continuam os mesmos. A reportagem mostrava vários flagrantes do abuso – pra não dizer coação! – de flanelinhas (também conhecidos como vigias de carro!) que acontecem nas redondezas do Parque de Exposição de Nova Vila. O pior, é que a reportagem mostra, claramente, a ‘conivência’ de agentes da AMT (Agência Municipal de Trânsito). Segundo a reportagem, os flanelinhas pagam uma porcentagem aos agentes para que esses não multem os carros que eles estão vigiando. Muitos deles estacionados ao longo da Marginal Botafogo.

Tem uma parte, na reportagem, em que o motorista se arrisca a colocar o carro em uma vaga, na rua, uma via pública, que está cercada e com espaço demarcado pelos flanelas. O papo com o tal vigia deixa a entender que, se não pagar os R$10 ele não se responsabiliza pela segurança do carro. Pensa? “Não vai pagar, não? Ih, aí fica difícil seu carro sair daqui inteiro!”, mais ou menos assim...

Bem, nesse caso a quem recorrer? Polícia? Poderia ser se policiais militares também não estivesses no esquema de flanelinha, “ganhando um por fora”, como disse. A PM diz que não há nada que os impeça de praticar tal serviço. Mas também diz que o cidadão que se sentir coagido deve chamar a polícia. É a polícia para combater a polícia? Só se for!

Há muito tempo eu reclamo dessa situação. Flanelinhas que cercam um espaço na rua, cobram para não avariar seu carro – e cobram caro! –, todo mundo vê: polícia, Ministério Público, governo, exército, a CIA, a Scotland Yard... Mas, ao mesmo tempo, 'ninguém vê'. Todos ficam omissos. Nesse caso a quem devemos nos recorrer? Chapolim Colorado? Não temos supereróis brasileiros e o mexicano deve estar infectado com a gripe suína.

É esperar os cowboys se recolherem e os flanelas se dissiparem de novo. A partir do mês que vem, os preços dos estacionamentos deve baixar. Daí, pagar para estacionar na porta de casa, cai para, no máximo, R$5. Descontão de 50% o resto do ano!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Juro que não entendi!

Foram quase 15 minutos parado, esperando o senhor colocar o carro na vaga de estacionamento da garagem do meu prédio. Esperei pacientemente! Até gravei a tentativa hercúlea dele em manobrar o fiat uno, para frente e para trás, em um espaço tão ínfimo. Mas o tempo estava passando e eu não aguentei mais. Desci do meu carro, que estava parado no meio da garagem, e fui até ele oferecer ajuda. Segue diálogo!
Eu: O senhor quer ajuda?
Limpando a testa do suor que insistia em escorrer pela face, ele agradeceu:
Ele: Não, obrigado. Eu sempre faço isso.
Eu: É problema na bateria?
Ele: Não. Só prá não ligar o motor.
Eu: ?
Ele deu um sorrisinho de leve...
Eu: Peraí. O carro do senhor está em perfeito estado? Funcionando tudo?
Ele: Sim.
Eu: E por que o senhor não entra dentro, dá a partida, engata e ré e coloca na vaga?
Ele: Não quero ligar o motor.
Eu: Como assim? Por que?
Ele, sem me responder a pergunta: Sempre faço assim.
Eu: ?
Depois de perceber que eu queria colocar meu carro justamente na vaga onde ele tentava manobrar o carro, ele entra no veículo, dá a partida e engata a ré. Em menos de cinco segundos o carro dele estava na vaga que lhe era de direito.
Coloquei meu carro na minha vaga. Desci e olhei pra ele. Não me contive:
Eu: Está tudo bem com o senhor?
Ele: Agora eu vou aproximá-lo mais da parede para ficar mais fácil de sair depois.
O senhor então saltou do banco do motorista e, com o carro desligado, recomeçou a manobra dentro da vaga dele.

Juro que até agora me pego pensando no fato e na possibilidade de existirem pessoas diferentes, mas tão diferentes, que parecem não ser desse mundo, mas sim de um outro bem mais atrasado.
video

terça-feira, 12 de maio de 2009

PRIMEIRA MOSTRA MEGGA INTERIORES DELL ANNO


Uma das marcas mais renomadas de móveis modulares do país inaugura mostra em noite beneficente

Ambientes que traduzem a necessidade de agilidade no dia-a-dia, mas tudo com muito charme e bom gosto. O desafio dos profissionais da arquitetura e do design foi criar espaços resumidos e funcionais que combinam com o estilo de vida moderno. Essa é a essência da 1º Mostra de Ambientes Megga Interiores Dell Anno, que será aberta oficialmente na quarta-feira, 13, às 19 horas, na Av. 136 esquina com a 121 – Setor Sul, quando a loja será inaugurada oficialmente em Goiânia. A noite é beneficente, com arrecadação de cobertores para a campanha contra o frio da OVG – Organização das Voluntárias de Goiás. Os profissionais convidados e seus ambientes são:
Quarto do Casal – Regina Amaral, Márcia Albiéri e Fátima Mesquita; Home Theater – Pedro Ernesto Gualberto e Leandra Gualberto; Sala de Jantar – Pedro Paulo Luna; Quarto do Adolescente – Alessandra Kostik; Home do Jovem Casal – Daniel Almeida; Quarto do Jovem Casal – Genésio Maranhão; Escritório do Jovem Empresário – Leo Romano e Home Cook com Estar – Sanderson Porto e Ana Paula.

Os produtos da marca Dell Anno são produzidos num dos mais respeitados pólos moveleiros do Brasil: a cidade de Bento Gonçalves, região serrana do Rio Grande do Sul. Cidade que é conhecida pela beleza, hospitalidade e próspero desenvolvimento econômico e social. Há 23 anos, em 2 de setembro de 1985, a empresa iniciou a produção de seus móveis.

Com a proposta de oferecer um estilo exclusivo em móveis planejados, foi construída a sua moderna indústria, investindo-se em máquinas e equipamentos de última geração, que formam um dos mais avançados parquestecnológicos do setor.

Trabalhando sempre com qualidade e responsabilidade, a Dell Anno se tornou uma das maiores e mais conhecidas marcas de móveis planejados do Brasil. Seus produtos são exportados para os mercados mais exigentes do mundo, como Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra e países da América do Sul.

No Brasil, contamos hoje com mais de 300 lojas autorizadas que levam até nossos clientes toda a qualidade Dell Anno. Todas as lojas autorizadas Dell Anno passam por rigorosos treinamentos, com os profissionais da própria fábrica, que apresentam as melhores técnicas para atender o cliente com total conhecimento do produto e qualidade nos serviços prestados.

Depois de ser planejado pelos projetistas das lojas autorizadas e ter definidos todos os detalhes, os pedidos dos clientes são encaminhados via sistema eletrônico instantâneo para a fábrica. E, assim, com agilidade e segurança os móveis planejados logo farão parte da casa das famílias brasileiras!

Os móveis Dell Anno são planejados, desde a escolha dos padrões até o detalhe final de acabamento – tudo é feito para chegar ao nível de qualidade e beleza que o cliente Dell Anno deseja!

Dedicação, criatividade e treinamento permanente de seu pessoal na busca pela melhor qualidade é o que fazem a Dell Anno ser uma das mais conhecidas e respeitadas marcas do mercado.

A Dell Anno é assim: ela pensa em todos os detalhes e ambientes, desde cozinhas, dormitórios, closets, home theaters, áreas de serviço, banheiros e arquitetura comercial. E valoriza cada espaço: planejando espaçosmodernos e agradáveis, para um convívio mais feliz.