quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Pedido de esmola com 'catiguria'

Escola Internacional de Goiânia realiza Exposcience 2009

Crianças aprendem ciências e robótica de uma forma divertida

A Escola Internacional de Goiânia realiza nesta sexta-feira, dia 25 de setembro, a Exposcience 2009, a feira de ciências e robótica, com a participação de cerca de 170 alunos, entre 6 e 10 anos de idade. Tudo o que foi criado, sob a coordenação dos professores das áreas, foi experimentado antes com as crianças. Algumas idéias foram levadas à escola peloas prórpias crianças. A curiosidade foi o que moveu cada uma das experiências. A Exposcience terá início às 10h30 da manhã. No período da tarde, às 16h30.
Esta é a segunda edição da Exposcience da Escola Internacional de Goiânia. A intenção é despertar a curiosidade do aluno e o interesse pela ciência, fazendo com que a criança atue na pesquisa e compreenda muitas coisas que são comuns no dia-dia, mas que ainda não são de claro entendimento. Além das experiências científicas, os alunos vão apresentar ainda projetos de robótica, que trabalham os conceitos tecnológicos e ensinam, através da vivência, como muitas engrenagens e traquitanas funcionam.
Dos 170 alunos que estão aptos a participar da Exposcience, 87 fazem parte do Projeto American School (uma proposta de educação internacional, tendo a língua inglesa como ferramenta de aquisição do conhecimento, seguindo o currículo de escolas do exterior. A língua inglesa é usada em todas as atividades curriculares) e vão participar da feira de ciências nos períodos matutino e vespertino. Isso porque, os alunos que fazem parte do projeto, estudam o currículo regular pela manhã e, à tarde, seguem a American School.
A todas as experiências serão atribuídas notas curriculares. As próprias crianças, que já realizaram as experiências em sala de aula, vão agora apresentar o que aprenderam aos pais, que são convidados a participar da feira de ciências.
Batismo – No mesmo dia em que a Escola Internacional de Goiânia realiza a Exposcience, os alunos também terão a oportunidade de nomear o esqueleto. Explica-se: na sala do laboratório de ciências, existe um esqueleto que é usado para estudo, feito em material plástico. As turmas de alunos sugeriram nomes para o “mascote” de ciências. A escolha se dará por meio de votação feita pelos pais dos alunos e funcionários da escola.

Experiências feitas por turmas

1º ANO A
25 alunos de 6 anos, em média
BALÃO À PROVA DE
O SUPER PAPEL
PAPÉIS TEIMOSOS
TORNADO
ROBÓTICA: MOINHO

1º ANO B
21 alunos de 6 anos, em média
BARQUINHO MOVIDO A ÁGUA
PESO DO AR
OVO DENTRO DA GARRAFA
EXTINTOR INVISÍVEL
ROBÓTICA: MACACO BUJO BRINCALHÃO

2º ANO A
25 alunos de 7 anos, em média
QUANTO AR CABE EM SEUS PULMÕES?
VULCÃO
PAPEL RECICLADO
SAL DERRETE GELO
OVO QUE FLUTUA E OVO QUE AFUNDA
ROBÓTICA: MÁQUINA DE RECICLAGEM

3º ANO A
22 alunos de 8 anos, em média
PERISCÓPIO
BEXIGA A JATO
GELO QUENTE
MÁQUINA D'ÁGUA
ESTUFANDO O BALÃO
ROBÓTICA: MINHOCA MECÂNICA

3º ANO B
18 alunos de 9 anos, em média
LENTE DE AUMENTO
GARRAFA CHUVEIRINHO
TELEFONE
CONTÉM AMIDO?
FUNCIONAMENTO DOS PULMÕES
BOLINHAS DE GEL ABSORVENTE
ROBÓTICA: TECNOLOGIA DO CAMPO

4º ANO A
19 alunos de 9 anos, em média
CLEPSIDRA
INTERRUPTOR
O PENTE QUE ATRAI A ÁGUA
ROBÓTICA: CARRO E SINALEIRO

4º ANO B
17 alunos de 9 anos, em média
OVO VAI NU
DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA
CORRENTE ELÉTRICA
ROBÓTICA: HELICÓPTERO

5º ANO
17 alunos de 10 anos, em média
DIGESTÃO
FORÇA CENTRÍPETA
ELETRICIDADE
CALEIDOSCÓPIO
ROBÓTICA: CINEMINHA

1º ANO C
20 alunos de 6 anos, em média
O PONTO FULCRAL
FLUIDOS
CRÁVOS MÁGICOS
ROBÓTICA: CORUJA

2º ANO B
22 alunos de 7 anos, em média
QUANTO AR CABE EM SEUS PULMÕES?
VULCÃO
PAPEL RECICLADO
SAL DERRETE GELO
OVO QUE FLUTUA E OVO QUE AFUNDA
ROBÓTICA: MÁQUINA DE RECICLAGEM

domingo, 20 de setembro de 2009

Bom Dia!!!


Nasce... mais cedo ou mais tarde ele nasce!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Next...



Que venha Manoel Carlos!

Noveleiro...



Final de novela é sempre momento de colocar o cara pra parar e pensar na vida...



Acredite: a Glória Perez sabe fazer o que o povo brasileiro quer ver. "Ela pode!".

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Hare-baba!!!


Putaquepariu!!! Que final de capítulo foi aquele de hoje (ontem) de Caminho das Índias...

O diálogo, depois de um tempo:

Opash: Você acabou com a minha família, hare!

Shancar: Eu criei o Dalit porque não tive a graça de ter filhos, hare!

Mammadi Laxmi: Opash, não levante a mão pra esse homem. Ele é seu pai!

Opash: ...

Shancar: ...

Opash: ...

Mammadi Laxmi: ...

Opash: ...

Opash: ...

Opash: .

Acabou a novela!!!
Putaquepariu! Ninguém vai perder o último capítulo, hare! Por Lord Ganesha!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O ‘falecido’ Comercial Layse

Antes mesmo do ‘bom dia’, sêo Álvaro entrou pela porta da cozinha e fez o comunicado a dona Leila: “Vou vender o supermercado!”. A esposa continuou servindo o café e nem se deu conta do fato, já que era comum a promessa que nunca se cumpria. Parecia só mais uma vez que a frase era pronunciada e usada de forma indiscriminada como fora várias vezes nos últimos anos, sempre que o cansaço batia. Mas desta vez ele estava decidido. Saiu de casa e rumou para o supermercado, mas antes teria um encontro com o possível comprador.

Sêo Álvaro, um pequeno empresário da cidadezinha de São Pedro dos Ferros, interior de Minas Gerais, já tinha se decidido. Naquele mesmo dia, não seria mais dono do estabelecimento que levava o nome da filha. Dona Leila era quem mais ficava à frente. Era ela quem lidava com os funcionários e com a clientela de anos. As assinaturas nas tradicionais cadernetas era a dela. Uma rubrica que fora mudando, de acordo com os anos, já que o nome também passou por reformas, depois do casamento com sêo Álvaro. Mas estava lá. Em cada uma das páginas. Eram clientes antigos. Alguns até de outras gerações, mesmo porque a cidade não tinha mais que seis mil habitantes e o supermercado já atendia a terceira geração de clientes.

A reunião com Haroldo não demorou 15 minutos. Foram acertados preço e condição para pagar o estabelecimento. Um aperto de mão selou a transação. A partir de meio dia daquela terça-feira, Sêo Álvaro não era mais o dono do Comercial Layse. Começava aí uma história carregada de tristeza, já que a população não admitia que o supermercado tivesse outro dono. Os funcionários não admitiam outros patrões. “Sem dona Leila? Não. Não trabalho mais!”, dizia uma funcionária que limpava as gôndolas fazia quase 10 anos. Os outros nem queriam tocar no assunto e, assim como cena de novela mexicana – daqueles dramalhões carregados! –, todos que trabalhavam no comercial se revoltaram e decidiram encerrar suas atividades.

A partir daí a cidade se enterrou num marasmo e numa tristeza sem precedentes que mudou a cara da pequena São Pedro dos Ferros. A notícia se espalhou rápido. Cidade pequena, línguas afiadas e assunto novo. Cardápio perfeito para que as fofoqueiras de plantão levassem o assunto adiante. Um choro incontrolável se abateu sob dona Anísia, vizinha mais antiga do supermercado. Quando ela foi informada de que o supermercado tinha sido vendido, a pressão arterial subiu de uma vez. Encaminhada ao pronto socorro, ela foi atendida rapidamente pelo médico. Enquanto ela era medicada, as vozes lá fora eram ouvidas, contando a notícia avassaladora: “Sêo Álvaro vendeu o supermercado!”. A cidade estava se afundando numa profunda tristeza.

O fato atravessou o rio que corta a cidade e chegou a outro Estado. No Espírito Santo, o filho recebeu a notícia com assombro. Tentou saber detalhes, mas não conseguia informação segura, já que os telefones da cidade ficaram congestionados, devido às inúmeras ligações dos moradores preocupados e desconsolados de São Pedro dos Ferros. Sem titubear, Paulo Augusto chamou a namorada, arrumou as malas rapidamente e rompeu o caminho até Minas Gerais. Horas de estrada, o primogênito chega à cidade-natal e não acredita no que vê. Faixas e cartazes estavam espalhados pelas ruas em manifestação pela venda do supermercado. Da zona rural, filas de carroças e carros-de-boi levavam os agricultores, que enfrentavam a poeira e o cansaço para se unir aos manifestantes urbanos. Durante uma semana a cidadezinha viveu o caos. Ninguém mais queria comprar no Comercial Layse. Dona Leila teve que contratar seguranças para organizar a fila de gente que se formara na porta de casa. Toda a cidade queria falar com ela e manifestar o sentimento de perda que sentiam.

Os dias passaram. Tentaram um boicote, inclusive com aquelas contas penduradas na caderneta. E foram fiéis à moratória! A merceariazinha – muito mais modesta – que fica do outro lado da rua, já começara a receber clientes ainda inimagináveis. Definitivamente, era o fim de um ciclo. O fim de uma era que de precioso havia somente a amizade. A partir de agora, a vida na pequena São Pedro dos Ferros teria de ser diferente. Mas logo, logo o vizinho vai começar a pedir açúcar pelo muro, vai ligar à meia-noite e chamar para provar o biscoito quentinho com café – e sem se preocupar com a insônia – e vai revirar a vida, conseguindo encarar, como se fosse sempre assim, a cara do novo dono do Comercial Layse.

domingo, 6 de setembro de 2009

Semana da Pátria

Independência ou morte?
Morte! Pelo visto, de gripe suína.