segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Side by side


"Por isso eu vou na casa dela ai, ai

Falar do meu amor pra ela, vai

Tá me esperando na janela, ai, ai

Não sei se vou me segurar"

Bom dia!


Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras...
Espero que tenham todos um bom dia, uma ótima semana, um mês de setembro cheio de flores e um 'restinho de ano' abençoado.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Será quando vai acabar?

Dia corrido... acordei tarde, ainda meio embriagado pelo champagne da noitada. Café com torradas e queijo, jornais do dia, um seriado e, de repente, trabalho. Surge um convite pro almoço. Fui encontrar a Gal (Aline Leonardo) e um amigo dela que estavam almoçando no Goiânia Shopping. A minha vontade era de enfiar a cara num super-mega-hiper-ultra-top sanduíche do Burger King, mas como a dieta pesa na consciência, resolvi dar uma volta pelos restaurantes. Enquanto isso, a cabeça começa a pensar demais. A paciência com as pessoas que andam lentamente à sua frente vai ficando curta... e a gente começa a filosofar. Parei numa salada com grelhado. A mocinha – que mais parecia o homem sanduíche – usava um avental vermelho e segurava um cardápio com duas dobras.

O que temos aqui? – perguntei.

Ela sorriu e me mostrou os pratos que já vinham montados com carne, frango, peixes e frutos do mar. Ela vira a página – continuando a explicação da funcionalidade do cardápio –, aponta e diz:

Esses aqui, o senhor pode estar montando!

Olhei pra mocinha, fitei-a nos olhos e disse:

Acabou de perder o cliente por causa do gerúndio, disse eu.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Imagem


"Céu, tão grande é o céu!
E um bando de nuvens que passam ligeiras
Pra onde elas vão, ah! eu não sei, não sei.
E o vento que fala nas folhas
Contando as histórias que são de ninguém
Mas que minhas e de você também..."

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Escola Internacional de Goiânia recebe capoeiristas estrangeiros

A Escola Internacional de Goiânia recebe, no próximo dia 27, os capoeiristas de cinco países, além dos brasileiros, que participarão do III Encontro Internacional de Capoeira, que acontece em Goiânia, de 26 a 30 de agosto. Todos eles vieram a convite do professor Ademercino Teles Tomé, também conhecido como contra-mestre Guerreiro, capoeirista e professor de Capoeira da Escola Internacional de Goiânia. A presença dos professores em Goiânia será também motivo para a Prova de Corda (a mudança de nível) para os alunos entre 6 e 12 anos da Escola Internacional de Goiânia, no dia 27, às 17h30, na quadra da unidade (Rua 9, n. 20, St. Marista, em frente ao Shopping Bougainville).

Os capoeiristas que vieram de fora, de países como a Turquia, Colômbia, Estados Unidos, França e Itália vão ministrar palestras para os alunos sobre a importância e a influência da cultura brasileira na vida deles. O que eles pretendem é mostrar a força da capoeira e como o esporte tem mudado a vida deles. Nas palestras, os professores também explicam o porquê de todas as aulas de capoeira, em qualquer parte do mundo, são ministradas em português, já que a cultura é difundida no Brasil.

Capoeira Luanda
O Capoeira Luanda nasceu da união de capoeiristas de épocas e experiências diferentes, com a participação efetiva dos professores, instrutores e graduados do mestre Jelon, contramestre Guerreiro e contramestre Apache. Foi fundado no dia 06 de abril de 2007, depois de um longo processo de estudo e pesquisa sob a direção do mestre Jelon, dos Estados Unidos. O objetivo comum é trazer para o mundo da capoeira uma proposta diferenciada no que tange a administração de uma forma bem democrática onde todos os seus integrantes tenham autonomia para participar do processo evolutivo do Capoeira Luanda, constituído por alunos iniciantes, alunos graduados, instrutores, professores, contramestres e mestres. É dirigido pelo mestre Jelon Vieira e em segunda estância pelo conselho de contramestres e professores. A intenção é divulgar e procurar desenvolver todos os aspectos da Capoeira.

O Capoeira Luanda trata-se de uma entidade filantrópica sem fins lucrativos, que busca atuar na divulgação e promoção da capoeira e culturas afro-brasileiras, trabalhando também na formação de uma consciência junto a criança e ao adolescente, contribuindo para o desenvolvimento psico-social positivo, através dos princípios e movimentos da capoeira. Isso partindo da perspectiva da capoeira como uma forma de valorização das manifestações da cultura popular brasileira, rica em significados e possibilidades. Esta associação se justifica pela importância que este esporte possui numa grande ajuda no processo educacional. (Mais informações sobre a história do Capoeira Luanda, sua estrutura, entre outras, acesse: http://www.capoeiraluanda.com)

Este programa foi feito objetivando o aperfeiçoamento e a divulgação do folclore e a arte marcial brasileira a nível nacional e internacional. Ela aborda apresentações de danças, como por exemplo maculêlê, dança afro, samba de roda, puxada de rede, entre outras apresentações, cursos com mestres conceituados, aulão (aberto a todos os praticantes de capoeira), rodas de capoeira, além do tradicional batizado e troca de cordas (graduações).

O III Encontro Internacional de Capoeira – Festival Luandê 2009 é uma realidade iniciada de forma livre, e está se organizando e estruturando ao longo dos trabalhos realizados de acordo com as sugestões e participação ativa de seus integrantes.
Participações: Mestre Jelon Vieira (NY – EUA), Mestre João Grande (NY – EUA), Mestre Jaguara (São Paulo – SP), Mestre Catitu (São Paulo – SP), Mestre Gege (Rio de Janeiro), Capoeira Luanda (Brasil), Capoeira Luanda (EUA), Capoeira Luanda (Itália), Capoeira Luanda (Alemanha), Capoeira Luanda (Turquia), Capoeira Luanda (Holanda), entre outros grupos de capoeira dos Estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal.

Escola Internacional de Goiânia
Rua 9, nº 20, esq. c/ rua 32, St. Marista / Telefone: 3241-8600.
Contato: Ademercino Teles Tomé – professor de Capoeira

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Aquela azeitoninha da empada

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A empada é um dos salgadinhos mais apreciados por estes lados. O empadão goiano, a versão giga da empadinha, é uma das iguarias mais apreciadas por forasteirtos que chegam a Goiás. E quem é goiano também não deixa de passar em uma lanchonetezinha, dia sim outro não, e fazer o teste do tempero. Nada de profissinal. Apenas uma desculpa boa para comer uma empada, sem dizer que é fome ou vontade de gordo!

Pois bem, estávamos minha amiga Dr.ª Paula Leite (ê merchandesign, heim, Paulinha?) e eu voando pela cidade atrás de um carneiro para assar. Fomos ao Mercado Central de Goiânia, aquele que fica na Rua 3, no Centro. Chegamos lá, na quinta-feira, às 17h30 e o açougue que vende a bendita carne de carneiro, já estava fechado. Paulinha sugeriu, então, que comêssemos uma empada. Aquela velha história: não tem mais nada a fazer, então vamos comer. Quando descíamos a rampa do marcado para a parte de baixo, vi uma cena que me chamou a atenção. Não resisti e gravei! O vídeo é este postado junto.

Para quem não notou, eu explico. As funcionárias da banca de empadas, conhecida por “Rainha da Empada” – uma banca modesta, mas com dois quadros de indicação de Veja, como a melhor empada de Goiânia – faziam um trabalho inusitado. Elas abriam as empadas, cada uma delas, e retiravam o recheio. Fiquei pasmo! Fim do dia, umas 20 empadas sobraram e a dona da banca não quis desperdiçar o produto por completo. Então, nada mais proveitoso do que retirar o recheio e reaproveitá-lo. E era isso que as duas funcionárias faziam. Com a mão elas abriam as empadas e com uma colher retiravam o recheio e o reservavam em uma tupperware. Fiquei meio sem ação, mas consegui gravar a ação.

Dei a volta pela frente e vi que a “Rainha da Empada” era uma das bancas cuja proprietária era uma das mais orgulhosas e vaidosas. Acima, inúmeros quadros e posteres dela mesma, de décadas atrás... do século passado, certamente! Perguntei à moça que limpava a estufa, já para baixar as portas e ir embora. “Por que estão retirando o recheio das empadas?”. Ela deu um sorrisinho amarelo, as outras ouviram, mas ninguém respondeu. Insisti e a moça que limpava a estufa se livrou da inquirição: “Não sei. É o meu primeiro dia trabalhando aqui”. Ufa! Vi o alívio no rosto dela.

Mas a tia, a dona da banca, chegava junto. Eu perguntei o mesmo a ela. Dona celebridade vaidosa (digo isso por causa da quantidade de fotos dela que estão penduradas na banca) me encarou e eu perguntei a ela: “Por que elas estão retirando o recheio das empadas?”. Ela quis me matar com os olhos. Se tivesse como disparar um raio daqueles olhos, certamente minha morte seria fuminante e vocês não estariam lendo isso aqui agora. Mas como ela não tem qualquer tipo de poder, ficou só no olhar, mesmo! Ficou meio muda. Murmurava algo baixinho. Insisti de novo: “Por que, senhora, elas estão tirando o recheio das empadas?”. Paulinha, que comia a empada da banca ao lado interferiu direta: “A senhora vai reaproveitar o recheio?”. A senhora, com cara de carrasco inquisidor, finalmente responde: “É pra rechear as tortas salgadas que vendo lá onde eu moro!”. Paulinha foi além: “Onde a senhora mora?”. “No balneário”, respondeu a celebridade vaidosa.

Diante disso, fazer o que?

Será que ela usou o recheio de ontem para as empadas de hoje? Será que ela recheiou as tortas salgadas que vendo no Balneário Meia Ponte?
Independente do que ela faz com o recheio, é caso para a Vigilância Sanitária averiguar. Motivo de sobra também para que a Veja reveja (gostaram do trocadilho?) os dois títulos que a “Rainha da Empada” recebeu!

E depois, quando alguém passa mal, diz que foi culpa da azeitoninha da empada...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

AMT abusa da paciência e da inteligência do contribuinte


Chegando em casa, numa rua estreita pra dedéu, um caminhão está estacionado do lado direito – onde é PROIBIDO parar e estacionar e tem até aquela plaquinha com um X vermelho em cima da letra E – e, do lado esquerdo, um fila de carros, onde é permitido estacionar. Sobrou algo em torno de 1,2 metro entre o caminhão e os veículos do outro lado. Olho para os lados e não vejo qualquer movimentação. Buzino. Nada! Buzino de novo. Nada, de novo! Passo a buzinar insistentemente e a fila de carros que se formou atrás, também começa o buzinaço.

Vendo que a situação não iria se resolver, decido ligar, mais uma vez!, para a Agência Municipal de Trânsito, no telefone do plantão: 3524-3700. Esse telefone serve para assuntos urgentes. Na teoria, quando um contribuinte tivesse qualquer dificuldade, por exemplo, ele ligaria neste número e uma viatura da AMT vai até o local e tenta resolver. Na prática, absolutamente nada acontece. A informação, do outro lado do telefone é SEMPRE a mesma – e com muito gerúndio: “Senhor, vou estar anotando a sua reclamação!”. De cá, eu insisto na fiscalização. “De que adianta anotar?”, eu pergunto. “É que não temos viaturas, senhor.”, explica-se a moça. Eu insisto: “Pra que existe este telefone, então?”. Do outro lado, a moça dá uma respirada forte e diz: “Olha, vou estar chamando uma viatura e estar pedindo para que ela dê uma chegada aí”. Poxa, dar uma chegada? Isso é o mesmo que dizer: “Vamos ver se dá certo. Espera. Se não chegar, não chegou!”

Adivinha?

Não chegou. Provavelmente, nem procuraram. E nunca vão procurar viatura coisa nenhuma. Os carros da AMT servem para qualquer coisa, menos para ajudar um contribuinte necessitado. Resumo: Foram mais de 20 minutos (e eu moro a 4 quarteirões da AMT) até que o motorista do caminhão sai de um prédio, como se nada estivesse acontecendo, entra no veículo, ACENDE UM CIGARRO! e sai feliz da vida. E a viatura da AMT provavelmente estava multando alguém sem cinto de segurança em algum sinal de trânsito! Santa paciência.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Maria Filó traz Arquipélago a Goiânia


No próximo dia 25, Goiânia recebe mais uma loja Maria Filó. Desta vez, as portas serão abertas no Goiânia Shopping pelas mãos da empresária Mary Lobo, que também está à frente da grife, no Flamboyant. A próxima coleção, intitulada Arquipélago, foi inspirada em quatro ilhas. Para viajar por elas, feche os olhos e imagine um lugar onde as areias são coloridas, os mares são doces e o ar tem cheiro de tempero. Imaginou? Assim é Arquipélago, a coleção de verão da Maria Filó.

Com um trabalho em tricô que encantou pela riqueza de cores e detalhes, Célia Osório surpreendeu as mulheres com a feminilidade de suas criações. Sensível aos desejos e necessidades do universo feminino, em pouco tempo, formou um time de trabalho e decidiu mostrar as suas coleções. Nascia assim, em 1997, no coração de Ipanema, a primeira loja Maria Filó. A intenção não poderia ser outra senão derixar a mulher ainda mais linda, por meio de uma moda criativa e exclusiva, realçada por detalhes e acabamentos que fazem toda a diferença.

O cuidado especial com a marca faz parte da sua trajetória, desde a escolha do nome, que reflete o espírito brasileiro, ao desenho e local de seus pontos de venda. Atenta à criação, a Maria Filó vem conquistando as jovens mulheres que sabem que moda deve andar de mãos dadas com o conforto e com a qualidade. Investindo sempre em produto, a equipe de estilo da Maria Filó realiza pesquisas constantes nos grandes centros de moda do mundo para que suas clientes recebam novidades toda a semana.

A coleção: Arquipélago – A Ilha Doce nasce com tons de azuis náuticos e, no alto-verão, mergulha num mundo suave onde predominam os tons quase brancos, delavês e cores inspiradas em chás de frutas e flores. Este bloco se enriquece quando ganha superfícies ricas em relevos, pitadas fluo ou cintilantes que podem aparecer em texturas, estampas e acessórios.

A mais lúdica de todas é a Ilha da Imaginação. Nela, predominam as cores do mar e do coral, que se misturam com as bem humoradas e vibrantes tonalidades da natureza tropical. Tem infinitas possibilidades de combinações de cores, estampas e inovações. Aqui, a casualidade e o frescor das cores ganham sofisticação.

Na Ilha das Artes, fervem referências urbanas e artísticas, de um jeito gracioso e contemporâneo. Predominam branco, padrões e estampados P&B, iluminados por cores animadas, influenciadas por outras ilhas. Estas cores também surgirão em algumas estampas e acessórios, nos listrados e nos silks.

A Ilha da Pimenta é muito marcante e a mais étnica de todas as ilhas. Nela, se encontra o vermelho nas estampas bicolores e misturado com as cores selvagens da natureza, como verdes, kahkis e naturais. Florais multicoloridos também enfeitam essa ilha, além dos turquesas nos acessórios e detalhes. O espírito aventureiro marca presença com estampas tribais e animal.

Serviço
Inauguração da nova loja Maria Filó no Goiânia Shopping Piso I
Data: 25 de agosto, a partir das 18h.

Lollipop - O prazer do simples


Colorida e com um leve sabor de cereja, a Zerozen, parte para a Primavera/Verão 2010 em busca da redescoberta do “prazer do simples”.

A coleção Lollipop é uma divertida alusão à simplicidade (ou felicidade?) da “velha infância”, onde a cartela de cores é baseada em gostosuras como: abacaxi, menta, uva, chicle e cereja. Um “piquenique fashion” que promete deixar o dia-a-dia da mulher Zerozen, um pouco mais doce.

Através da mistura de listas, bolas e outros grafismos, a marca dá ao clássico, um novo fôlego. Provando que simplicidade não é sinônimo de mesmice!

Dos anos 70 vem a leveza dos tecidos, as sandálias plataformas e os bordados... assim como a valorização do trabalho artesanal. Da década de 80 vem a força das cores e as formas amplas.

Tendo a imagem da cereja como o “carro chefe” da estação, a coleção terá um leve ar "romântico moderno".

Ecologicamente corretas, sandálias de palha surgem reeditadas numa versão “hiper cool”, se tornando uma grande aposta para estação. Frutas, lacinhos e outros pequenos (deliciosos) detalhes migram para roupas e acessórios... seja através de silk aquarelados ou em forma de pingentes em pulseiras e cordões.
Um dia no circo? Um passeio na praça? Rolar na grama? Um pedaço de chocolate?

Bem-vindo ao universo Lollipop da Zerozen e simplesmente... divirta-se, na Primavera/Verão 2010!

Cantão: Pequena Grande Ilha


O verão 2010 do Cantão encontra refúgio na leveza e no conforto sofisticado
por técnicas artesanais como macramés, patchworks e lavagens.

Para a primavera-verão 2009/2010 o Cantão criou um cenário imaginário, uma Pequena Grande Ilha, onde não são necessários muitos tesouros para viver uma vida plena e feliz. Nesse isolado pequeno e rico mundo, valores como a gratidão pelo que se tem e a confiança na natureza boa do homem norteiam a coleção, numa clara referência ao estilo de vida do romântico aventureiro Robson Crusoé e o mito do bom selvagem. Assim, a mulher do Cantão se vale de sua criatividade e capacidade manual para criar o que veste. A silhueta solta ganha técnicas de amarração, transpassados que possibilitam o ajuste no próprio corpo, sobreposições de camadas e patchworks sofisticados de diferentes materiais como linho, voil de seda e renda. Cortes a fio em diferentes sentidos, aplicações, macramés e tressés, também usados nas sandálias, são outros recursos que colaboram com a característica artesanal da coleção, assim como as estampas florais que parecem ter sido desenhadas a mão pela própria mulher.

No imaginário de Yamê Reis, Coordenadora de Estilo da marca, essa ilha ganha as cores do paradisíaco Caribe. Do mar, vieram os diferentes tons de azul profundo, com destaque para a nova tonalidade de tingimento proposta para os jeans, a transparência dos tricôs e o brilho dos paetês. Da terra firme, as estampas de vegetação exuberante, pássaros e insetos. Um cenário que leva à fantasia de piratas, os viajantes de uma outra época, que trazem para as estampas códigos de navegação como mapas, selos, caravelas, bandeiras e âncoras. O estilo navy também é trabalhado nas estampas das malhas e dos jeans com efeitos de corrosão, tingidos e/ou lixados que sugerem o desgaste pelo sol, pelo sal, pelo tempo. Do militar descaracterizado vêm os boleros, camisas brancas volumosas e com gola de marinheiro, os falsos ombros de babados que remetem às dragonas e a túnica frente-fraque, como novas alternativas para a alfaiataria. Mangas e golas recebem destaque e vêm amplas, algumas vezes irregulares, como nos vestidos de um ombro só.

Como a atmosfera pede conforto, leveza e praticidade, as calças ganham diferentes comprimentos e volumes como a corsário/clochard ou a de gancho baixo preso ao tornozelo. Comprimentos ideais para andar à beira-mar. Neste verão, macacões e macaquinhos quebram a hegemonia do vestido, ao mesmo passo que se confundem com saias. Em oposição aos inteiros, a grande aposta da coleção: os separates, porque o momento pede criatividade. Mais do que misturar estampas, forte característica da marca, o desafio é combinar tops e bottoms. Com saias, calças e shorts tão volumosos, a sensualidade encontra refúgio nas costas vazadas ou evidenciadas por rendas ou trançados de macramés com pérolas aplicadas.

CORES: Azuis Barbados, Caribe, Saint Martin, Martinica, verde Bahamas, areia, caqui Havana, coral tropicana e vermelho lava, além de rosa grenada, violeta Curaçao e amarelo banana.

TECIDOS e MATERIAIS: Rendas, linho amassado, linho com foil, voil de seda, tricô, jeans, paetê e bolsas em couro esculpido a mão.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Só pra sentir!

"Nem mesmo o céu
Nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
Não é maior
Que o meu amor
Nem mais bonito..."

Frase do momento

"Se apenas limpando as mãos com álcool a pessoa já elimina o vírus da gripe suína, bebendo então, o vírus nem chega perto!"

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Demorou demais...


Justiça aceita denúncia contra igreja

São Paulo - A Justiça paulista acatou denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo com base em investigação feita pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra o bispo Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus, acusados dos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Além de Edir Macedo, foi instaurada ação criminal contra os bispos Alba Maria da Costa, Edilson da Conceição Gonzales, Honorilton Gonçalves da Costa, Jerônimo Alves Ferreira, João Batista Ramos da Silva, João Luís Dutra Leite, Maurício Albuquerque e Silva, Osvaldo Scriollli e Veríssimo de Jesus.

Segundo o levantamento feito pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, as fraudes vinham sendo praticadas há pelo menos dez anos. Os acusados usavam dinheiro de doações dos fiéis para benefício próprio. A investigação constatou que a movimentação chega a R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos coletados em 4,5 mil templos em 1,5 mil cidades do País. Só no período de 2003 a 2008 os depósitos para a Igreja Universal do Reino de Deus alcançaram R$ 3,9 bilhões.

A assessoria de imprensa da Igreja Universal disse que, por enquanto, os dirigentes da instituição não vão se pronunciar sobre o recebimento da denúncia pela Justiça.

Agência Estado
... e aqui, quando é que vão fazer a devassa???

domingo, 9 de agosto de 2009

Sobre pescarias e amizade


Geralmente era na sexta-feira. Papai chegava do trabalho um pouco mais cedo. Ia direto para o quartinho da bagunça, onde guardava os apetrechos de pesca. Ele preparava duas ou três varas de bambu, colocava a chumbada, a linha e o anzol. Depois, pegava uma outra, mais moderna, com molinete de titânio, que eu trouxe para ele de Amsterdam, como presente de Dia dos Pais, alguns anos atrás. Em uma caixinha de plástico amarelo, com todas as divisões possíveis, ele colocava anzóis de todos os tamanhos “para pegar outros peixes”, explicava ele. Cada anzol, cada chumbada e cada uma das varas tinha um perfil, diríamos assim. Uma servia para pescar lambari. A outra, mais pesada que permitia que a linha chegasse mais ao fundo, era para pescar piau! E tinha também a vara de pescar lobó e a de traíra – esse era o peixe preferido de papai. Quando chegava em casa, ele limpava as traíras, cortava-as em pedaços generosos, salgava, passava na farinha de trigo e fritava. Um caminho para o céu!

Varas e toda a tralha de pesca prontas, papai ia preparar a isca. Ele não era muito adepto da minhoca. Fazia uma mistura própria de arroz cozido e fubá de milho. Embolava aquela massa e a colocava em dois sacos plásticos, dividida em duas porções. Uma delas ia para a mochilinha verde-exército, de lona surrada. Essa era a minha matula. Junto, ele colocava dois pães com mortadela. Era o nosso lanche, à noite, quando a fome batesse, na beira do rio. A mochila dele era uma capanga amarela, com uma alça comprida e um botão de camisa na frente, para abotoá-la. Simplicidade a toda prova, mas funcional.

Enquanto papai se trocava e vestia a calça jeans surrada e calçava o coturno preto, de cano alto, até dois dedos abaixo dos joelhos, eu organizava a tralha no carro. As varas eram encaixadas cuidadosamente do lado do passageiro. A base delas ficava no banco de trás e as pontas saiam pelo vidro do passageiro. As mochilas ficavam no banco traseiro. O som, que ficava no teto do carro, era sintonizado numa rádio que tocava música popular brasileira. Eu cantava alto, enquanto esperava papai. Rapidinho, ele vinha pisando firme. O coturno impunha uma certa marcha, que ele insistia em manter. Dizia que o calçado de cano alto era uma proteção, caso se deparasse com uma cobra, no meio do mato.

Tudo pronto e rádio sintonizado era hora de decidir onde seria a nossa pescaria. Papai sempre queria uma represa, na fazenda de um amigo dele, com garantia de bons peixes e mais conforto. Eu, aventureiro, sempre queria conhecer novos lugares. Na maioria das vezes, eu o convencia. Ao chegar, cada um procurava seu cantinho e começava o ritual. O primeiro ato era escolher a vara. Depois, a isca era colocada ao lado. A partir daí, conversa apenas o necessário para não afugentar os peixes. Papai conversava baixo quando queria falar alguma coisa. A sensação de um choque fraco na vara era a garantia da primeira fisgada. A pescaria se estendia até às 11 da noite, quando agradecíamos pela pescaria e voltávamos para casa.

Eu ficava em um tanque e ele no outro. Cada um limpava seus peixes. “Quem pescou tem que limpar”, dizia ele. Os primeiros eram as traíras. Ele já deixava o óleo no fogo e colocava duas garrafas de cerveja na geladeira. Em minutos, tínhamos peixe fresco frito e cerveja gelada. Os lambaris – meus preferidos – eram cuidadosamente guardados para fritar no sábado e comê-los na companhia de uma cervejinha gelada. Enquanto limpávamos o tanque e fogão, mamãe geralmente se levantava e beliscava um pedacinho de peixe e um copinho de cerveja. Só prá constar!

No sábado, logo pela manhã, papai acordava cedo e ia até a esquina de casa, onde estavam os amigos, contar as vantagens da pesca, como não poderia deixar de ser. Voltava pra casa, retirava os lambaris do freezer, temperava e os jogava no óleo quente. Era a hora em que a nossa intimidade se aflorava. Cerveja, lambari frito e limão. Era o que nós precisávamos para colocar o papo em dia. Era o nosso momento. O momento em que meu pai virava meu melhor amigo e eu o dele. O momento em que ninguém conseguia atrapalhar. O melhor momento! Tudo com uma simplicidade fora do normal, mas com uma intensidade que posso viver novamente, só de lembrar. Hoje, a pescaria não tem mais o mesmo gosto. Nem o pão com mortadela! Os lambaris e as traíras sumiram dos rios, meu pai deixou esta vida e eu abandonei os anzóis.

Onde estiver, Feliz Dia dos Pais!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

É estimulante...


Desse jeito, até eu entraria pro A.A.

Gosto muito de você, leãozinho...

Para mim, um dos sentimentos mais nobre é a gratidão.
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Top Gun

Pirei pro cara!!!
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Pergunta

Quem morre de gripe suína vira espírito de porco?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Não Se Esqueça De Mim

Onde você estiver,
Não se equeça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta, em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim