quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Escola Internacional de Goiânia investe no Xadrez como estímulo


Ainda pouco difundido nas escolas brasileiras, o Xadrez passou a integrar a grade curricular da Escola Internacional de Goiânia. Desde o ano passado, quando as aulas começaram como atividade opcional para alunos a partir de seis anos de idade, dos períodos integral e semi integral, o jogo começou a ganhar cada vez mais espaço e adeptos. Com os resultados positivos e a visível melhora no comportamento dos alunos, a escola adotou o Xadrez em período regular. Agora, uma vez por semana, todas as salas do ensino fundamental, a partir dos seis anos de idade, têm aulas de Xadrez. São 50 minutos por turma.

De acordo com a pedagoga Jeanette Aller, diretora pedagógica da Escola Internacional de Goiânia, no início os alunos acreditavam que as peças eram brinquedos aleatórios. “Pouco a pouco eles foram se acostumando e o comportamento começou a mudar. A concentração fluiu”, relembra. Primeiro eles se familiarizaram com a história do Xadrez, com as peças e com o tabuleiro. Depois começaram a praticar, tendo sempre um professor ao lado para quaisquer dúvidas que pudessem surgir. Em dois meses a maioria dos alunos já estava jogando.

Hoje 40 alunos da escola já estão totalmente familiarizados e adaptados ao jogo. O relógio que marca o tempo de cada ato do jogador já não é mais problema e as jogadas já são parecidas com as de profissionais. Este ano, cerca de 30 alunos deverão participar do Campeonato Goiano de Xadrez, ainda sem data definida para ser realizado.

Benefícios


Já está comprovado que o jogo de xadrez contribui, principalmente, em três aspectos: concentração, planejamento e competitividade. A superação é outro ponto importante que não pode ser esquecido. “Não é fácil perder, principalmente quando somos crianças. Mas a vida é feita de perdas e ganhos. O Xadrez ensina a criança a superar essas perdas. Com isso, ela também acaba se superando”, diz Jeanette.

Depois da implantação do xadrez na Escola Internacional de Goiânia, as atividades que requerem maior concentração especialmente as de habilidades que requerem lógica e matemática se beneficiam. Os pais também notaram isso. “Nós percebemos que a caçula, de seis anos, uma melhora visível no que se refere à organização. Ela ficou mais aprimorada. Jogando Xadrez com adultos, ela se concentra com muito mais facilidade”, informa Alexandre Moreira, pai de dois alunos que já são adeptos do Xadrez na Escola Internacional de Goiânia.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Amargura pura


Escrito na porta do banheiro de um restaurante. Deve ser alguém com um coração de pedra...


"MINHAS MÁGOAS USAM BÓIAS!"

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Farsa!


O concurso de Miss Universo é armado.
Todas as vencedoras são da Terra.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Porque hoje é Carnaval!

Fui ao verdurão que fica na esquina de casa, comprar um vinho e alguns mantimentos para passar or estinho do feriado de carnaval. Na saída, fui abordado por uma mulher, visivelmente perturbada mentalemnte. Mas pacífica!

- “Moço, me dá 25 centavos!”, pediu ela balançando as duas mãos para cima e para baixo.
- “Pra que você quer 25 centavos?”, perguntei.
- “Pra interar e comprar uma latinha de cerveja”, explicou.
- “Quanto custa cada uma?”, questionei tentando me lembrar da última vez que havia comprado uma lata de cerveja.
- “Um e 25”, respondeu.
Tirei R$ 5,00 da carteira e dei à mulher.
- “Tome. Compre quatro latinhas pra curtir o carnaval”.
Os olhos dela brilharam e ela saiu toda saltitante e balançando o dinheiro pro alto, como se fosse um troféu, rumo à distribuidora de bebida ao lado.

E viva a sinceidade! E viva o carnaval!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Quase idolatria!


Mais uma vez, Luciana – a personagem de Aline Moraes, em Viver a Vida – emocionou! Ela conseguiu fazer com que o fim de um relacionamento de anos virasse poesia! É um talento a ser respeitado.

É hora de começar a enxergar essas estrelas da nova geração. É hora de elas receberem o devido reconhecimento que as grandes estrelas têm, como Tony Ramos, Glórias Pires, Fernanda Montenegro e tantas outras que posso pecar, caso insista em escrever o nome de toda a constelação.

Se o Brasil deixa a desejar em muitos quesitos – e não são poucos! – na dramaturgia podemos nos orgulhar, sim, e mostrar que sabemos fazer isso bem feito. É tão nosso que chego a dizer – e acredito que todos também o fazem – que “sabemos fazer”. Eles sabem. E pelo orgulho de serem também brasileiros, assumimos a responsabilidade e acabamos “sabendo fazer” também, mas da forma nossa, como críticos.


E não se esqueçam: o nome dela é Aline Moraes!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Para refletir


"Quem tem boca...


...fala.

Quem tem grana é que vai a Roma!"

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Efeito Emoções


Estou em fase de desintoxicação mental e intelectual. Entro em cena na próxima semana. I hope so!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Acesso restrito à informação paga!

Há dias o site do jornal O Popular vem raspando a paciência dos assinantes. Depois que o jornal proibiu o acesso total ao site e às informações do jornal, quem quiser ler as notícias, via internet, tem de assinar o jornal para receber uma senha. Com ela, o leitor faz o login e acessa as reportagens e colunas.

O problema é que é raro o dia em que o jornal todo está no ar, logo pela manhã. Quando não está em manutenção - o que não é raro de acontecer - colunas e páginas estão fora do ar. Hoje mesmo, pela manhã - quase 8h30! - o Magazine e a Coluna Spot estavam inacessíveis.

Em contato com a central de assinantes, a orientação era para falar com o pessoal que faz o site. Começa o empurra-empurra... O rapaz que coloca o jornal no ar, via internet, disse que o problema é no servidor. E pelo visto o servidor vai continuar não servido de nada. Popular mesmo, só no nome!

Resumindo a situação: você paga por um serviço e não pode usufruir. Haja paciência!

sábado, 23 de janeiro de 2010

SOS reforma II


Estou à procura de um dependente químico que queira limpar minha casa. Tá cheia de pó de mármore.
Por acaso alguém tem o telefone da Kate Moss? Maradona?

domingo, 17 de janeiro de 2010

O que é bem feito também faz bem ao coração

Me orgulho de fazer parte desse grupo de intelectuais versáteis e criativos que são os jornalistas. Muitas vezes odiados, outras endeusados... ácidos, condescendentes, irônicos, finos, clássicos e todos os gêneros. Muitos escrevem histórias que podem mudar do seu humor à sua forma de viver. Sou jornalista sim, senhor!, e me orgulho disso!

O que me fez escrever o que você está lendo, foi o Globo Repórter da última sexta-feira, sobre a África. Vale a pena ganhar esse tempinho para ler e assistir ao vídeo. Você poderá aprender muita coisa. A começar do desespero e da tragédia que é a vida de Mohamed, que passou seus 17 anos, desde que nasceu, em Guiné, na África Ocidental. Sem família, veio para o Brasil clandestinamente, no porão de um navio. O plano dele era ser jogador de futebol!

A matéria – Um verdadeiro show – repito: SHOW, em caixa alta mesmo! – de imagens. Um escândalo de cores e efeitos – prova de profissionalismo e respeito com o telespectador –, a trilha sonora de deixar muitos clássicos europeus no chinelo. Show à parte, o texto do incontestável Tino Marcos, que deixou um pouco de lado as deliciosas crônicas do gramado e destilou emoção e sapiência num dos textos mais complexos e emocionantes que já tive notícia dentro do jornalismo brasileiro. Coisa pra quem sabe e gosta. Pra mais ninguém.

Marcos conseguiu contar a história de Mohamed e mostrar uma possível relação de proximidade entre o continente africano e o Brasil. Não deixou de cutucar assuntos que precisam ser ditos, escancarados para que deixem de ser temas tão assustadores. Falar sobre adoção, sobre a religião dentro de outra religião – quando até o Alcorão se abre aos atabaques –, sobre gratidão a tudo: aos amigos, aos estranhos, aos acolhedores, à vida, enfim. E dá-lhe imagens! E dá-lhe trilha sonora! Arrepios, emoções... Orgulho!, por que não? E a edição?! Que cenas são aquelas? Ousadas, mas de muitíssimo bom gosto. O texto de encerramento faz o telespectador que tenha, sequer, uma gota de melanina na pela ter orgulho de ter vindo da África. E depois, alguém ainda duvida do poder de uma emissora como a Rede Globo?

Vai lá. Veja e se emocione também. Acesse o site da Globo e assista!