
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Agradecimento e informações aos venezianos

Acho que estou um pouco no papel de “voz do povo”. Também gosto disso. Quando me formei fiz um juramento de usar a minha profissão para tentar corrigir os problemas sociais. Não temos o poder de mudar as coisas – ou temos? – porque esse poder deve partir dos nossos governantes: vereadores, prefeitos, deputados, senadores, presidente e afins. Mas quando algo não vai de acordo com o social e qualquer pessoa pode enxergar que existe algo errado, o meu papel, o papel da imprensa, é cobrar! Foi justamente isso que fiz. Mostrei o problema e pedi que uma solução fosse dada. Então, agora é esperar para saber se o problema será resolvido. Vou continuar fazendo o meu trabalho, que é a minha vocação. Vou continuar mostrando os problemas seja de Nova Veneza, seja do Xinguara, de Nova Iorque ou de qualquer parte do mundo. Basta que eu tenha conhecimento.
Pensem que você também tem o poder de se manifestar. Não é xingando, gritando ou odiando. Podemos mostrar o que há de errado com uma simples frase. Podemos falar! Aliás, o povo que é cidadão tem uma grande arma em mãos, que ninguém pode tirar: o voto! Façamos dele a nossa arma em defesa dos fracos e da justiça para que todos possam ter mais qualidade de vida. Se todos se manifestarem dessa forma, tenha a certeza, o mundo será melhor. E acredite: VOCÊ PODE FAZER A DIFERENÇA.
Obrigado a todos!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
EXTRA EXTRA "VIVER A VIDA" EXTRA
Gostei. De vez em quando é cansativo. Na maioria das vezes é repetitiva, a história. Mas vale pelo apelo social, acredito! Acho que vale para pensar. Daí fiquei pensando se o que o autor quis passar foi oportunidade de emprego ou apelo social – o depoente (que não é criminoso) é negro.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Click!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Insônia

Pelamoooooor de Deus! Até quando serei obrigado a acordar com o apito do caminhão da coleta seletiva de lixo?
Acho válido. Principalmente numa situação caótica que o Encontro de Copenhague desenhou, qualquer forma de diminuir os impactos ambientais deve ser posta em prática. Mas, venhamos e convenhamos, o som que aquele caminhão emite é chato pacas e o horário que ele passa deve ser para não coletar nada mesmo. Hoje fui acordado pouco depois das 7 horas da manhã.
Ninguém merece!
De madrugada é o caminhão de lixo. De manhã é o da coleta seletiva. Quem dorme?
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Prefeitura de Nova Veneza na contramão do incentivo

Desde a década de 1980, a Prefeitura de Nova Veneza cede o transporte para aqueles que pretendem ir além do ensino colegial – que é oferecido na cidade –, ou para quem procura um ensino diferenciado, em escolas melhores que as públicas que existem no interior. Me lembro que antigamente uma Kombi transportava os poucos alunos, que se revezavam diariamente no lanche para não pesar no bolso de ninguém. Cada dia um tinha a responsabilidade de providenciar o café da manhã para todos.
Com o passar do tempo, o número de pessoas que procurava uma vida melhor aumentou. Elas acreditavam que a solução para tudo estivesse na educação e, como a capital é próxima e o ensino melhor, estudar em Goiânia deixou de ser capricho e passou a ser a coisa certa a se fazer. O colégio da cidade oferecia o curso de Magistério. Mas nem todo mundo queria ser professor. Então, quando se concluía a antiga 8ª série, o melhor a fazer era procurar um cursinho em Goiânia e enfrentar o vestibular. A vida começava a tomar rumos melhores.
Muitos profissionais de hoje, que saíram de Nova Veneza para fazer a vida na capital, conseguiram notoriedade. Outros apenas se formaram e continuam trabalhando com dignidade e ainda gerando renda para o município, em forma de impostos e com a força de trabalho. Até mesmo o prefeito da cidade usufruiu do ônibus que saía de Nova Veneza às 5h30 da manhã, todos os dias, e retornava às 14h. Ele também foi um dos que tiveram que deixar o interior para estudar na capital e ter uma vida melhor. Tanto que virou prefeito.
Pois bem, no mês passado, a Câmara Municipal de Nova Veneza (cujo presidente é o vereador Andrey Mesquita, que também usufruiu do transporte gratuito durante anos!) aprovou o início da cobrança pelo serviço de transporte de estudantes. Coisa que foi feita uma única vez, durante uma administração, no início da década de 1990, mas que não foi adiante. Acredito que o papel do poder público seja o de incentivar ao máximo a educação. Quando fiquei sabendo que a cobrança passaria a ser feita, liguei para o prefeito de Nova Veneza, Luiz Antônio Stival Milhomens, com a certeza de que ele vetaria a cobrança. Vã ilusão, a minha! Ele disse a mim que seria uma cobrança a título de colaboração. O problema é que quem não colabora, também não pode usar o transporte. Na verdade, uma colaboração compulsória!
O prefeito Luiz Antônio se justificou dizendo que a queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) havia comprometido o orçamento; que deveria fazer grandes sacrifícios para não ser pego pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Disse também que a arrecadação de impostos caiu, que muitos secretários tinham até reduzido os próprios salários... Enfim, disse-me que a situação do município não era das melhores. Assim como não é boa situação dos 246 municípios goianos! Mas o que não pode, na minha opinião, é mexer na educação. O que não pode é impedir que os sonhos de muitos jovens sejam comprometidos por causa dos R$ 50 que o prefeito acredita, vão ajudar a balancear as contas do município. Não vai refrescar em absolutamente nada! Se há de serem feitos cortes, que não sejam na educação!
Um problema é a falta de recursos e isso é preciso resolver. E é justamente o poder de resolver os problemas de um município, sem criar outros, que faz do político um bom administrador. É a forma de administrar, facilitando o acesso à educação, saúde, saneamento básico, enfim, que faz do administrador, um estadista, sonho de todo político! Acredito que, como jovem visionário que é, como administrador que tem se mostrado ser e como um estudante dependente de um transporte que já foi, o prefeito Luiz Antônio Stival Milhomens vai rever essa cobrança. Já que, se o maior problema é com as contas, poderia começar cortando o supérfluo, como a decoração natalina da praça da cidade. Foram muitos R$ 50 gastos para espalhar luzes, “cascata com água cristalina”, anjos e uma casa de Papai Noel. Mas o saco do bom velhinho provavelmente estará vazio e o sonho de muitos estudantes, de um dia ter um diploma, pode ter se tornado historinha triste de Natal.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Copenhague urgente! Pum assassino

Daí já apareceram vários outros cientistas apresentando soluções viáveis e eficazes. Um sugeriu que a vaca mudasse o cardápio e acrescentasse um azeitezinho à salada. Isso diminuiria a produção do peido ‘metanolado’. Outro foi além. Muito mais além... A ideia do cara era dar antibiótico pro rebanho inteiro. O remédio mataria boa parte das bactérias que produzem a fermentação e, por conquência, libera o ameaçador pum atômico ‘metanolado’.
Gente, mas é uma sacanagem da ‘braba’, mesmo, né? Já pensou, interferir na forma natural que as vacas têm de fabricar peidos atômicos para fazer as pobres pararem de peidar? Mas que coisa sem noção! Até eu, ignorante na causa da pecuária, sei que existem proveitos melhores para esses peidos. Gás metano é caríssimo e poderia movimentar até veículos, ser usado em indústrias e... adivinha? Isqueiro! Isso mesmo. Alguém te pede o isqueiro empresatado para acender um cigarro. Você, todo solícito e orgulhoso de ser simpatizante do Green Peace, e saca um recipiente verde, com uma foto pequena de um gado gordo, no meio de um pasto verdinho. Acende o cigarro da moça e deixa um cheirinho de mato no ambiente.
Pensa também na geração de emprego... Quando a coisa começar a se popularizar, vai haver adolescentes vendendo peido de vaca engarrafado em pets. No rótulo, mais um apelo para o meio ambiente: “Traga sua garrafa prástica para levar o próximo peidão!”. E o que vai ter de gente comendo capim pra tentar peidar e engarrafar para vender como se fosse de vaca... é a tal da energia sustentável e renovável.
Lula, esquece o pré-sal!
domingo, 6 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O nome dela é Alinne Moraes!

No capítulo de hoje – dia 03 de dezembro de 09 – de Viver a Vida, a cena inicial, e única da primeira parte, foi a Luciana se levantanmdo da cama pela primeira vez depois do acidente. Não! Que texto era aquele? Que cenas eram aquelas? Que emoção transpirada em cada sílaba dita! Até pelas atrizes inciantes – a enfermeira e a fisiterapêuta – os sentimentos foram literalmente derramados. Luciana, com um vocabulário inteligentíssimo, com comparações extremamente de bom-gosto para a situação, deixou-me de boca aberta e olhos marejados. A despedida de uma mestra veterana para se entregar aos braços de Morfeu que, diferente dos seus, pode sentir os meus! Eu já gostava da atriz. Agora, admiro! E as lembranças do Jorge, no cinema? Ela se lembrando que havia engasgado com pipoca... chorando e rindo... e um texto! Mas um texto! Sem exageros.
Podem procurar no youtube!
Fala a verdade!
Nossa!!!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Nem tudo é por dinheiro
Ôe, Silvio!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009
As imagens valem mais que palavras

O novo Instituto de Epilepsia e Sono
Dormir não é apenas uma necessidade de descanso físico e mental, é um estado fisiológico necessário para que se mantenha um bom equilíbrio de todo o organismo. Estudos comprovam que quem dorme menos do que o necessário tem menos vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso a infecções, a obesidade, a hipertensão e ao diabetes. Em um estudo realizado na Universidade de Stanfotd - EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que eles cometiam mais erros do que pessoas com 0,8g de álcool no sangue (equivalente a três doses de uísque). Igualmente, tomografias computadorizadas de cérebro de jovens privados de sono mostram redução do metabolismo nas regiões frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e no cerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo resulta em dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e alterações do humor, comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio. Embora a necessidade de horas de sono seja uma característica individual, a média da população geral é de necessitar de 7 a 8 horas de sono diárias, já as crianças de 9 a 11 horas diárias, a depender da faixa etária.
INSTITUTO DE EPILEPSIA E SONO – T-55, 881 – Setor Bueno
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Escola Internacional de Goiânia festeja Dia de Ação de Graças
Além dos alunos da Escola Internacional de Goiânia, participarão ainda crianças que fazem parte dos projetos sociais desenvolvidos pela escola. Serão convidadas a Creche Anália Franco, a APAE e cerca de 30 crianças carentes que fazem parte de um projeto de basquete que é desenvolvido por uma professora da EIG.
Os alunos que fazem parte da American School vão apresentar, também no dia 26, seis peças de teatro. Uma delas vai contar a história do Thanksgiving (A história do Thanksgiving). Os alunos também farão a entrega das doações em um piquenique para todas as crianças com guloseimas que serão levadas pelos alunos. O matutino fará o piquenique às 9h30 e as turmas da tarde, às 15h30. O prato principal é o ‘compartilhar’. As peças serão encenadas em inglês e contarão com as presenças dos pais e de convidados, a partir das 13h30 até às 15h30.
O Thanksgiving – O tradicional Thanksgiving ou “Dia de Ação de Graças”, é a festa mais comemorada pela cultura de alguns países de língua inglesa, chegando a ser mais evidenciado que o próprio Natal. A história conta que um grupo de irlandeses muito perseguidos e humilhados, tanto na Irlanda como na Inglaterra, decidiram buscar vida melhor na América. Financiados por investidores ingleses, eles embarcaram num navio chamado “Mayflower”, no ano de 1620, rumo ao novo continente.
Não foi uma viajem fácil. Muitos morreram com o intenso inverno no mar, já que com medo que o navio pegasse fogo, evitaram fazer fogueiras para se aquecer e aquecer seus alimentos. No dia 10 de Novembro, chegaram à cidade litorânea de Cape Cod, localizada no que é hoje o Estado de Massachussets, nos Estados Unidos. Sem conhecer nada, numa terra fria e hostil, decidiram caminhar país adentro, guiados pelo Capitão John Smith. Temiam muito pelo clima e pelos índios que tinham fama de violentos.
Depois de muito caminhar, chegaram a um povoado onde se estabeleceram. O primeiro inverno foi devastador, e dos quase 110 peregrinos (Pilgrims) que chegaram à região, só 50 sobreviveram.
Na primavera seguinte, um índio chamado Samoset entrou na vila dos peregrinos em busca de paz. Dias depois, chegou um outro índio chamado de Squanto e, juntos, ensinaram os peregrinos a criar peru e cultivar milho, abóbora e batata.
Esta primeira colheita foi fundamental para que sobrevivessem nas Américas. Assim, os peregrinos, que estavam imensamente agradecidos aos índios pela ajuda solidária, decidiram fazer uma festa que foi celebrada no dia 28 de novembro de 1621 – depois passou a ser comemorada toda última quinta-feira do mês de novembro. Esta data ficou decretada como “agradecimento” a Deus e aos amigos índios, por terem ajudado a salvar suas vidas e até hoje, é comemorada em alguns países com a família reunida para uma grande ceia.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Poéticas Negras, marca do escritório 4mãos
O Congresso Internacional da ABECAN é um evento já tradicional que ocorre no Brasil, a cada dois anos, e está diretamente relacionado aos Estudos Canadenses. Reúne professores, pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação e profissionais do Brasil e de outros países. Considerando a necessidade de um escopo multidisciplinar, a 10ª edição do evento oferece oportunidades para reflexões sobre a demanda de novas configurações dos Estudos Canadenses no Brasil, nas Américas e no mundo.
Este ano o evento está focado em dois temas: Diversidade e Diálogo entre os dois países - Canadá e Brasil e também entre as Américas. A diversidade entrou em pauta porque esse rumo implica reconhecer perspectivas múltiplas. Uma das propostas do Congresso é criar espaço para um melhor entendimento educacional, lingüístico, político, econômico e social do Brasil e do Canadá, além de possibilitar a construção de conhecimento, em diversas áreas, sobre os dois países.
Outro objetivo é criar oportunidades para discussões acadêmicas e profissionais relacionadas às possibilidades de cooperação entre Brasil e Canadá. Os sub-temas do evento são: Estudos Comparativos em Artes, Língua e Literatura; Experiências Profissionais e Estudos Canadenses; Saúde: Estudos, experiências e resultados; Educação e Novas Tecnologias; Diversidade, Educação e Sociedade; Questões Aborígenes; Energia, Ecologia e Meio Ambiente; Esperança e Paz: Possibilidades; Direitos Humanos e Democracia.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Sobre primaveras e esperança

A expressão “estar conservado” me vem à mente todas as vezes que toco no assunto. Aliás, viver na conserva acaba sendo o sonho de muitas pessoas. Confesso: eu também já tomo algumas precauções! Dieta e academia são coisas quotidianas pra mim. O-d-e-i-o!!! Mas sei que é preciso, até mesmo por uma questão de saúde. Deixe o açúcar de lado... Evite frituras... Beba menos... ouço isso direto e, em muitos casos, obedeço. A última parte é que não é fácil, mas tento me controlar, afinal não tenho mais 18 anos. Viver é fácil? Questão de ponto de vista, acredito. Pra quem não se deixa levar pelas exigências, é sim. Mas fico pensando como seria viver tranquilo e não aceitar o avanço implacável do tempo. Muitas vezes, é preciso se apegar a algum motivo, à uma tarefa que faça a gente se sentir útil, à uma esperança para viver melhor. É isso! Esperança é a palavra.
Uma vez me disseram que um homem sem esperança não precisa viver. Acho que nem deve! Vivemos dela. Esperamos por tudo, todos os dias. Quando acordamos, esperamos um dia produtivo, com alegrias. Quando chegamos em casa, à noite, esperamos uma boa noite de sono, mas também esperamos pela novela das oito, por um filme... Já, no meio da semana, esperamos pela sexta-feira, pelo fim de semana, por uma festa, pelo encontro com amigos. Pelo salário, no final do mês. Se vimos uma notícia ruim, epseramos que aquilo mude. Esperamos a chuva. Esperamos o sol. Os doentes esperam a cura. Quem não tem mais cura, espera a morte – um alívio, muitas vezes. Quando a morte chega, quem fica espera a dor sarar. Quando a dor passa, esperamos dias melhores. Esperamos amores, perdão... Sempre estamos esperando – me perdoem o gerúndio, mas nesse caso foi necessário.
E é essa esperança que me faz acreditar que tudo o que já fiz nessa minha vida não foi em vão. Mesmo o que não foi bom serviu de experiência, de cautela. Olhar para trás não conserta e nem muda o que você poderia ter feito diferente na vida, mas ajuda a encontrar o caminho certo (se é que existe um...) para viver melhor, mais feliz, ajudando, recebendo carinho, atenção, fazendo alguma coisa em prol de alguém. Isso retorna e de uma forma sensacional para o bem-estar e para a aceitação da vida.
Parabéns a todos que me rodeiam. Obrigado por fazerem da minha vida um significado maior do que ser eternamente jovem!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Existem histórias difíceis de acreditar. Mas podem ser verdadeiras!
Enviado por Guilherme de Freitas Filho.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Futility abre Natal das crianças do Cevam
De acordo com a diretora da ONG, Maria Cecília do Vale Machado, o dinheiro doado pelo Bazar Futility será usado para realizar o sonho de muitas crianças que são assistidas pela instituição. “O Cevam recebe crianças e mulheres, sempre com rotatividade. E muitas das crianças que chegam aqui nunca tiveram uma ceia de Natal. Vamos realizar o sonho delas, além de fazer a alegria das outras”. Maria Cecília lembra ainda que a doação de brinquedos e roupas também é bem-vinda e explica que o Bazar Futility poderá ainda contribuir com a compra de material escolar para as crianças que estão em idade de estudar. “Nenhuma criança em idade escolar assistida pelo Cevam – o que é a maioria –, fica fora da escola”, informa.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Escola Internacional de Goiânia realiza Exposcience 2009
A Escola Internacional de Goiânia realiza nesta sexta-feira, dia 25 de setembro, a Exposcience 2009, a feira de ciências e robótica, com a participação de cerca de 170 alunos, entre 6 e 10 anos de idade. Tudo o que foi criado, sob a coordenação dos professores das áreas, foi experimentado antes com as crianças. Algumas idéias foram levadas à escola peloas prórpias crianças. A curiosidade foi o que moveu cada uma das experiências. A Exposcience terá início às 10h30 da manhã. No período da tarde, às 16h30.
Esta é a segunda edição da Exposcience da Escola Internacional de Goiânia. A intenção é despertar a curiosidade do aluno e o interesse pela ciência, fazendo com que a criança atue na pesquisa e compreenda muitas coisas que são comuns no dia-dia, mas que ainda não são de claro entendimento. Além das experiências científicas, os alunos vão apresentar ainda projetos de robótica, que trabalham os conceitos tecnológicos e ensinam, através da vivência, como muitas engrenagens e traquitanas funcionam.
Dos 170 alunos que estão aptos a participar da Exposcience, 87 fazem parte do Projeto American School (uma proposta de educação internacional, tendo a língua inglesa como ferramenta de aquisição do conhecimento, seguindo o currículo de escolas do exterior. A língua inglesa é usada em todas as atividades curriculares) e vão participar da feira de ciências nos períodos matutino e vespertino. Isso porque, os alunos que fazem parte do projeto, estudam o currículo regular pela manhã e, à tarde, seguem a American School.
A todas as experiências serão atribuídas notas curriculares. As próprias crianças, que já realizaram as experiências em sala de aula, vão agora apresentar o que aprenderam aos pais, que são convidados a participar da feira de ciências.
Batismo – No mesmo dia em que a Escola Internacional de Goiânia realiza a Exposcience, os alunos também terão a oportunidade de nomear o esqueleto. Explica-se: na sala do laboratório de ciências, existe um esqueleto que é usado para estudo, feito em material plástico. As turmas de alunos sugeriram nomes para o “mascote” de ciências. A escolha se dará por meio de votação feita pelos pais dos alunos e funcionários da escola.
Experiências feitas por turmas
1º ANO A
25 alunos de 6 anos, em média
BALÃO À PROVA DE
O SUPER PAPEL
PAPÉIS TEIMOSOS
TORNADO
ROBÓTICA: MOINHO
1º ANO B
21 alunos de 6 anos, em média
BARQUINHO MOVIDO A ÁGUA
PESO DO AR
OVO DENTRO DA GARRAFA
EXTINTOR INVISÍVEL
ROBÓTICA: MACACO BUJO BRINCALHÃO
2º ANO A
25 alunos de 7 anos, em média
QUANTO AR CABE EM SEUS PULMÕES?
VULCÃO
PAPEL RECICLADO
SAL DERRETE GELO
OVO QUE FLUTUA E OVO QUE AFUNDA
ROBÓTICA: MÁQUINA DE RECICLAGEM
3º ANO A
22 alunos de 8 anos, em média
PERISCÓPIO
BEXIGA A JATO
GELO QUENTE
MÁQUINA D'ÁGUA
ESTUFANDO O BALÃO
ROBÓTICA: MINHOCA MECÂNICA
3º ANO B
18 alunos de 9 anos, em média
LENTE DE AUMENTO
GARRAFA CHUVEIRINHO
TELEFONE
CONTÉM AMIDO?
FUNCIONAMENTO DOS PULMÕES
BOLINHAS DE GEL ABSORVENTE
ROBÓTICA: TECNOLOGIA DO CAMPO
4º ANO A
19 alunos de 9 anos, em média
CLEPSIDRA
INTERRUPTOR
O PENTE QUE ATRAI A ÁGUA
ROBÓTICA: CARRO E SINALEIRO
4º ANO B
17 alunos de 9 anos, em média
OVO VAI NU
DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA
CORRENTE ELÉTRICA
ROBÓTICA: HELICÓPTERO
5º ANO
17 alunos de 10 anos, em média
DIGESTÃO
FORÇA CENTRÍPETA
ELETRICIDADE
CALEIDOSCÓPIO
ROBÓTICA: CINEMINHA
1º ANO C
20 alunos de 6 anos, em média
O PONTO FULCRAL
FLUIDOS
CRÁVOS MÁGICOS
ROBÓTICA: CORUJA
2º ANO B
22 alunos de 7 anos, em média
QUANTO AR CABE EM SEUS PULMÕES?
VULCÃO
PAPEL RECICLADO
SAL DERRETE GELO
OVO QUE FLUTUA E OVO QUE AFUNDA
ROBÓTICA: MÁQUINA DE RECICLAGEM
domingo, 20 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Noveleiro...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Hare-baba!!!

O diálogo, depois de um tempo:
Opash: Você acabou com a minha família, hare!
Shancar: Eu criei o Dalit porque não tive a graça de ter filhos, hare!
Mammadi Laxmi: Opash, não levante a mão pra esse homem. Ele é seu pai!
Opash: ...
Shancar: ...
Opash: ...
Mammadi Laxmi: ...
Opash: ...
Opash: ...
Opash: .
Acabou a novela!!!
Putaquepariu! Ninguém vai perder o último capítulo, hare! Por Lord Ganesha!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O ‘falecido’ Comercial Layse
Sêo Álvaro, um pequeno empresário da cidadezinha de São Pedro dos Ferros, interior de Minas Gerais, já tinha se decidido. Naquele mesmo dia, não seria mais dono do estabelecimento que levava o nome da filha. Dona Leila era quem mais ficava à frente. Era ela quem lidava com os funcionários e com a clientela de anos. As assinaturas nas tradicionais cadernetas era a dela. Uma rubrica que fora mudando, de acordo com os anos, já que o nome também passou por reformas, depois do casamento com sêo Álvaro. Mas estava lá. Em cada uma das páginas. Eram clientes antigos. Alguns até de outras gerações, mesmo porque a cidade não tinha mais que seis mil habitantes e o supermercado já atendia a terceira geração de clientes.
A reunião com Haroldo não demorou 15 minutos. Foram acertados preço e condição para pagar o estabelecimento. Um aperto de mão selou a transação. A partir de meio dia daquela terça-feira, Sêo Álvaro não era mais o dono do Comercial Layse. Começava aí uma história carregada de tristeza, já que a população não admitia que o supermercado tivesse outro dono. Os funcionários não admitiam outros patrões. “Sem dona Leila? Não. Não trabalho mais!”, dizia uma funcionária que limpava as gôndolas fazia quase 10 anos. Os outros nem queriam tocar no assunto e, assim como cena de novela mexicana – daqueles dramalhões carregados! –, todos que trabalhavam no comercial se revoltaram e decidiram encerrar suas atividades.
A partir daí a cidade se enterrou num marasmo e numa tristeza sem precedentes que mudou a cara da pequena São Pedro dos Ferros. A notícia se espalhou rápido. Cidade pequena, línguas afiadas e assunto novo. Cardápio perfeito para que as fofoqueiras de plantão levassem o assunto adiante. Um choro incontrolável se abateu sob dona Anísia, vizinha mais antiga do supermercado. Quando ela foi informada de que o supermercado tinha sido vendido, a pressão arterial subiu de uma vez. Encaminhada ao pronto socorro, ela foi atendida rapidamente pelo médico. Enquanto ela era medicada, as vozes lá fora eram ouvidas, contando a notícia avassaladora: “Sêo Álvaro vendeu o supermercado!”. A cidade estava se afundando numa profunda tristeza.
O fato atravessou o rio que corta a cidade e chegou a outro Estado. No Espírito Santo, o filho recebeu a notícia com assombro. Tentou saber detalhes, mas não conseguia informação segura, já que os telefones da cidade ficaram congestionados, devido às inúmeras ligações dos moradores preocupados e desconsolados de São Pedro dos Ferros. Sem titubear, Paulo Augusto chamou a namorada, arrumou as malas rapidamente e rompeu o caminho até Minas Gerais. Horas de estrada, o primogênito chega à cidade-natal e não acredita no que vê. Faixas e cartazes estavam espalhados pelas ruas em manifestação pela venda do supermercado. Da zona rural, filas de carroças e carros-de-boi levavam os agricultores, que enfrentavam a poeira e o cansaço para se unir aos manifestantes urbanos. Durante uma semana a cidadezinha viveu o caos. Ninguém mais queria comprar no Comercial Layse. Dona Leila teve que contratar seguranças para organizar a fila de gente que se formara na porta de casa. Toda a cidade queria falar com ela e manifestar o sentimento de perda que sentiam.
Os dias passaram. Tentaram um boicote, inclusive com aquelas contas penduradas na caderneta. E foram fiéis à moratória! A merceariazinha – muito mais modesta – que fica do outro lado da rua, já começara a receber clientes ainda inimagináveis. Definitivamente, era o fim de um ciclo. O fim de uma era que de precioso havia somente a amizade. A partir de agora, a vida na pequena São Pedro dos Ferros teria de ser diferente. Mas logo, logo o vizinho vai começar a pedir açúcar pelo muro, vai ligar à meia-noite e chamar para provar o biscoito quentinho com café – e sem se preocupar com a insônia – e vai revirar a vida, conseguindo encarar, como se fosse sempre assim, a cara do novo dono do Comercial Layse.
domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Side by side
Bom dia!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Será quando vai acabar?
O que temos aqui? – perguntei.
Ela sorriu e me mostrou os pratos que já vinham montados com carne, frango, peixes e frutos do mar. Ela vira a página – continuando a explicação da funcionalidade do cardápio –, aponta e diz:
Esses aqui, o senhor pode estar montando!
Olhei pra mocinha, fitei-a nos olhos e disse:
Acabou de perder o cliente por causa do gerúndio, disse eu.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Imagem
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Escola Internacional de Goiânia recebe capoeiristas estrangeiros
Os capoeiristas que vieram de fora, de países como a Turquia, Colômbia, Estados Unidos, França e Itália vão ministrar palestras para os alunos sobre a importância e a influência da cultura brasileira na vida deles. O que eles pretendem é mostrar a força da capoeira e como o esporte tem mudado a vida deles. Nas palestras, os professores também explicam o porquê de todas as aulas de capoeira, em qualquer parte do mundo, são ministradas em português, já que a cultura é difundida no Brasil.
Capoeira Luanda
O Capoeira Luanda nasceu da união de capoeiristas de épocas e experiências diferentes, com a participação efetiva dos professores, instrutores e graduados do mestre Jelon, contramestre Guerreiro e contramestre Apache. Foi fundado no dia 06 de abril de 2007, depois de um longo processo de estudo e pesquisa sob a direção do mestre Jelon, dos Estados Unidos. O objetivo comum é trazer para o mundo da capoeira uma proposta diferenciada no que tange a administração de uma forma bem democrática onde todos os seus integrantes tenham autonomia para participar do processo evolutivo do Capoeira Luanda, constituído por alunos iniciantes, alunos graduados, instrutores, professores, contramestres e mestres. É dirigido pelo mestre Jelon Vieira e em segunda estância pelo conselho de contramestres e professores. A intenção é divulgar e procurar desenvolver todos os aspectos da Capoeira.
O Capoeira Luanda trata-se de uma entidade filantrópica sem fins lucrativos, que busca atuar na divulgação e promoção da capoeira e culturas afro-brasileiras, trabalhando também na formação de uma consciência junto a criança e ao adolescente, contribuindo para o desenvolvimento psico-social positivo, através dos princípios e movimentos da capoeira. Isso partindo da perspectiva da capoeira como uma forma de valorização das manifestações da cultura popular brasileira, rica em significados e possibilidades. Esta associação se justifica pela importância que este esporte possui numa grande ajuda no processo educacional. (Mais informações sobre a história do Capoeira Luanda, sua estrutura, entre outras, acesse: http://www.capoeiraluanda.com)
Este programa foi feito objetivando o aperfeiçoamento e a divulgação do folclore e a arte marcial brasileira a nível nacional e internacional. Ela aborda apresentações de danças, como por exemplo maculêlê, dança afro, samba de roda, puxada de rede, entre outras apresentações, cursos com mestres conceituados, aulão (aberto a todos os praticantes de capoeira), rodas de capoeira, além do tradicional batizado e troca de cordas (graduações).
O III Encontro Internacional de Capoeira – Festival Luandê 2009 é uma realidade iniciada de forma livre, e está se organizando e estruturando ao longo dos trabalhos realizados de acordo com as sugestões e participação ativa de seus integrantes.
Participações: Mestre Jelon Vieira (NY – EUA), Mestre João Grande (NY – EUA), Mestre Jaguara (São Paulo – SP), Mestre Catitu (São Paulo – SP), Mestre Gege (Rio de Janeiro), Capoeira Luanda (Brasil), Capoeira Luanda (EUA), Capoeira Luanda (Itália), Capoeira Luanda (Alemanha), Capoeira Luanda (Turquia), Capoeira Luanda (Holanda), entre outros grupos de capoeira dos Estados de Goiás, Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal.
Escola Internacional de Goiânia
Rua 9, nº 20, esq. c/ rua 32, St. Marista / Telefone: 3241-8600.
Contato: Ademercino Teles Tomé – professor de Capoeira
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Aquela azeitoninha da empada
A empada é um dos salgadinhos mais apreciados por estes lados. O empadão goiano, a versão giga da empadinha, é uma das iguarias mais apreciadas por forasteirtos que chegam a Goiás. E quem é goiano também não deixa de passar em uma lanchonetezinha, dia sim outro não, e fazer o teste do tempero. Nada de profissinal. Apenas uma desculpa boa para comer uma empada, sem dizer que é fome ou vontade de gordo!
Pois bem, estávamos minha amiga Dr.ª Paula Leite (ê merchandesign, heim, Paulinha?) e eu voando pela cidade atrás de um carneiro para assar. Fomos ao Mercado Central de Goiânia, aquele que fica na Rua 3, no Centro. Chegamos lá, na quinta-feira, às 17h30 e o açougue que vende a bendita carne de carneiro, já estava fechado. Paulinha sugeriu, então, que comêssemos uma empada. Aquela velha história: não tem mais nada a fazer, então vamos comer. Quando descíamos a rampa do marcado para a parte de baixo, vi uma cena que me chamou a atenção. Não resisti e gravei! O vídeo é este postado junto.
Para quem não notou, eu explico. As funcionárias da banca de empadas, conhecida por “Rainha da Empada” – uma banca modesta, mas com dois quadros de indicação de Veja, como a melhor empada de Goiânia – faziam um trabalho inusitado. Elas abriam as empadas, cada uma delas, e retiravam o recheio. Fiquei pasmo! Fim do dia, umas 20 empadas sobraram e a dona da banca não quis desperdiçar o produto por completo. Então, nada mais proveitoso do que retirar o recheio e reaproveitá-lo. E era isso que as duas funcionárias faziam. Com a mão elas abriam as empadas e com uma colher retiravam o recheio e o reservavam em uma tupperware. Fiquei meio sem ação, mas consegui gravar a ação.
Dei a volta pela frente e vi que a “Rainha da Empada” era uma das bancas cuja proprietária era uma das mais orgulhosas e vaidosas. Acima, inúmeros quadros e posteres dela mesma, de décadas atrás... do século passado, certamente! Perguntei à moça que limpava a estufa, já para baixar as portas e ir embora. “Por que estão retirando o recheio das empadas?”. Ela deu um sorrisinho amarelo, as outras ouviram, mas ninguém respondeu. Insisti e a moça que limpava a estufa se livrou da inquirição: “Não sei. É o meu primeiro dia trabalhando aqui”. Ufa! Vi o alívio no rosto dela.
Mas a tia, a dona da banca, chegava junto. Eu perguntei o mesmo a ela. Dona celebridade vaidosa (digo isso por causa da quantidade de fotos dela que estão penduradas na banca) me encarou e eu perguntei a ela: “Por que elas estão retirando o recheio das empadas?”. Ela quis me matar com os olhos. Se tivesse como disparar um raio daqueles olhos, certamente minha morte seria fuminante e vocês não estariam lendo isso aqui agora. Mas como ela não tem qualquer tipo de poder, ficou só no olhar, mesmo! Ficou meio muda. Murmurava algo baixinho. Insisti de novo: “Por que, senhora, elas estão tirando o recheio das empadas?”. Paulinha, que comia a empada da banca ao lado interferiu direta: “A senhora vai reaproveitar o recheio?”. A senhora, com cara de carrasco inquisidor, finalmente responde: “É pra rechear as tortas salgadas que vendo lá onde eu moro!”. Paulinha foi além: “Onde a senhora mora?”. “No balneário”, respondeu a celebridade vaidosa.
Diante disso, fazer o que?
Será que ela usou o recheio de ontem para as empadas de hoje? Será que ela recheiou as tortas salgadas que vendo no Balneário Meia Ponte?
Independente do que ela faz com o recheio, é caso para a Vigilância Sanitária averiguar. Motivo de sobra também para que a Veja reveja (gostaram do trocadilho?) os dois títulos que a “Rainha da Empada” recebeu!
E depois, quando alguém passa mal, diz que foi culpa da azeitoninha da empada...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
AMT abusa da paciência e da inteligência do contribuinte

Vendo que a situação não iria se resolver, decido ligar, mais uma vez!, para a Agência Municipal de Trânsito, no telefone do plantão: 3524-3700. Esse telefone serve para assuntos urgentes. Na teoria, quando um contribuinte tivesse qualquer dificuldade, por exemplo, ele ligaria neste número e uma viatura da AMT vai até o local e tenta resolver. Na prática, absolutamente nada acontece. A informação, do outro lado do telefone é SEMPRE a mesma – e com muito gerúndio: “Senhor, vou estar anotando a sua reclamação!”. De cá, eu insisto na fiscalização. “De que adianta anotar?”, eu pergunto. “É que não temos viaturas, senhor.”, explica-se a moça. Eu insisto: “Pra que existe este telefone, então?”. Do outro lado, a moça dá uma respirada forte e diz: “Olha, vou estar chamando uma viatura e estar pedindo para que ela dê uma chegada aí”. Poxa, dar uma chegada? Isso é o mesmo que dizer: “Vamos ver se dá certo. Espera. Se não chegar, não chegou!”
Adivinha?
Não chegou. Provavelmente, nem procuraram. E nunca vão procurar viatura coisa nenhuma. Os carros da AMT servem para qualquer coisa, menos para ajudar um contribuinte necessitado. Resumo: Foram mais de 20 minutos (e eu moro a 4 quarteirões da AMT) até que o motorista do caminhão sai de um prédio, como se nada estivesse acontecendo, entra no veículo, ACENDE UM CIGARRO! e sai feliz da vida. E a viatura da AMT provavelmente estava multando alguém sem cinto de segurança em algum sinal de trânsito! Santa paciência.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Maria Filó traz Arquipélago a Goiânia
Com um trabalho em tricô que encantou pela riqueza de cores e detalhes, Célia Osório surpreendeu as mulheres com a feminilidade de suas criações. Sensível aos desejos e necessidades do universo feminino, em pouco tempo, formou um time de trabalho e decidiu mostrar as suas coleções. Nascia assim, em 1997, no coração de Ipanema, a primeira loja Maria Filó. A intenção não poderia ser outra senão derixar a mulher ainda mais linda, por meio de uma moda criativa e exclusiva, realçada por detalhes e acabamentos que fazem toda a diferença.
O cuidado especial com a marca faz parte da sua trajetória, desde a escolha do nome, que reflete o espírito brasileiro, ao desenho e local de seus pontos de venda. Atenta à criação, a Maria Filó vem conquistando as jovens mulheres que sabem que moda deve andar de mãos dadas com o conforto e com a qualidade. Investindo sempre em produto, a equipe de estilo da Maria Filó realiza pesquisas constantes nos grandes centros de moda do mundo para que suas clientes recebam novidades toda a semana.
A coleção: Arquipélago – A Ilha Doce nasce com tons de azuis náuticos e, no alto-verão, mergulha num mundo suave onde predominam os tons quase brancos, delavês e cores inspiradas em chás de frutas e flores. Este bloco se enriquece quando ganha superfícies ricas em relevos, pitadas fluo ou cintilantes que podem aparecer em texturas, estampas e acessórios.
A mais lúdica de todas é a Ilha da Imaginação. Nela, predominam as cores do mar e do coral, que se misturam com as bem humoradas e vibrantes tonalidades da natureza tropical. Tem infinitas possibilidades de combinações de cores, estampas e inovações. Aqui, a casualidade e o frescor das cores ganham sofisticação.
Na Ilha das Artes, fervem referências urbanas e artísticas, de um jeito gracioso e contemporâneo. Predominam branco, padrões e estampados P&B, iluminados por cores animadas, influenciadas por outras ilhas. Estas cores também surgirão em algumas estampas e acessórios, nos listrados e nos silks.
A Ilha da Pimenta é muito marcante e a mais étnica de todas as ilhas. Nela, se encontra o vermelho nas estampas bicolores e misturado com as cores selvagens da natureza, como verdes, kahkis e naturais. Florais multicoloridos também enfeitam essa ilha, além dos turquesas nos acessórios e detalhes. O espírito aventureiro marca presença com estampas tribais e animal.
Serviço
Inauguração da nova loja Maria Filó no Goiânia Shopping Piso I
Data: 25 de agosto, a partir das 18h.
Lollipop - O prazer do simples
A coleção Lollipop é uma divertida alusão à simplicidade (ou felicidade?) da “velha infância”, onde a cartela de cores é baseada em gostosuras como: abacaxi, menta, uva, chicle e cereja. Um “piquenique fashion” que promete deixar o dia-a-dia da mulher Zerozen, um pouco mais doce.
Através da mistura de listas, bolas e outros grafismos, a marca dá ao clássico, um novo fôlego. Provando que simplicidade não é sinônimo de mesmice!
Dos anos 70 vem a leveza dos tecidos, as sandálias plataformas e os bordados... assim como a valorização do trabalho artesanal. Da década de 80 vem a força das cores e as formas amplas.
Tendo a imagem da cereja como o “carro chefe” da estação, a coleção terá um leve ar "romântico moderno".
Ecologicamente corretas, sandálias de palha surgem reeditadas numa versão “hiper cool”, se tornando uma grande aposta para estação. Frutas, lacinhos e outros pequenos (deliciosos) detalhes migram para roupas e acessórios... seja através de silk aquarelados ou em forma de pingentes em pulseiras e cordões.
Um dia no circo? Um passeio na praça? Rolar na grama? Um pedaço de chocolate?
Bem-vindo ao universo Lollipop da Zerozen e simplesmente... divirta-se, na Primavera/Verão 2010!
Cantão: Pequena Grande Ilha

Para a primavera-verão 2009/2010 o Cantão criou um cenário imaginário, uma Pequena Grande Ilha, onde não são necessários muitos tesouros para viver uma vida plena e feliz. Nesse isolado pequeno e rico mundo, valores como a gratidão pelo que se tem e a confiança na natureza boa do homem norteiam a coleção, numa clara referência ao estilo de vida do romântico aventureiro Robson Crusoé e o mito do bom selvagem. Assim, a mulher do Cantão se vale de sua criatividade e capacidade manual para criar o que veste. A silhueta solta ganha técnicas de amarração, transpassados que possibilitam o ajuste no próprio corpo, sobreposições de camadas e patchworks sofisticados de diferentes materiais como linho, voil de seda e renda. Cortes a fio em diferentes sentidos, aplicações, macramés e tressés, também usados nas sandálias, são outros recursos que colaboram com a característica artesanal da coleção, assim como as estampas florais que parecem ter sido desenhadas a mão pela própria mulher.
No imaginário de Yamê Reis, Coordenadora de Estilo da marca, essa ilha ganha as cores do paradisíaco Caribe. Do mar, vieram os diferentes tons de azul profundo, com destaque para a nova tonalidade de tingimento proposta para os jeans, a transparência dos tricôs e o brilho dos paetês. Da terra firme, as estampas de vegetação exuberante, pássaros e insetos. Um cenário que leva à fantasia de piratas, os viajantes de uma outra época, que trazem para as estampas códigos de navegação como mapas, selos, caravelas, bandeiras e âncoras. O estilo navy também é trabalhado nas estampas das malhas e dos jeans com efeitos de corrosão, tingidos e/ou lixados que sugerem o desgaste pelo sol, pelo sal, pelo tempo. Do militar descaracterizado vêm os boleros, camisas brancas volumosas e com gola de marinheiro, os falsos ombros de babados que remetem às dragonas e a túnica frente-fraque, como novas alternativas para a alfaiataria. Mangas e golas recebem destaque e vêm amplas, algumas vezes irregulares, como nos vestidos de um ombro só.
Como a atmosfera pede conforto, leveza e praticidade, as calças ganham diferentes comprimentos e volumes como a corsário/clochard ou a de gancho baixo preso ao tornozelo. Comprimentos ideais para andar à beira-mar. Neste verão, macacões e macaquinhos quebram a hegemonia do vestido, ao mesmo passo que se confundem com saias. Em oposição aos inteiros, a grande aposta da coleção: os separates, porque o momento pede criatividade. Mais do que misturar estampas, forte característica da marca, o desafio é combinar tops e bottoms. Com saias, calças e shorts tão volumosos, a sensualidade encontra refúgio nas costas vazadas ou evidenciadas por rendas ou trançados de macramés com pérolas aplicadas.
CORES: Azuis Barbados, Caribe, Saint Martin, Martinica, verde Bahamas, areia, caqui Havana, coral tropicana e vermelho lava, além de rosa grenada, violeta Curaçao e amarelo banana.
TECIDOS e MATERIAIS: Rendas, linho amassado, linho com foil, voil de seda, tricô, jeans, paetê e bolsas em couro esculpido a mão.
domingo, 16 de agosto de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Só pra sentir!
Nem as estrelas
Nem mesmo o mar
E o infinito
Não é maior
Que o meu amor
Nem mais bonito..."
Frase do momento
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Demorou demais...

A assessoria de imprensa da Igreja Universal disse que, por enquanto, os dirigentes da instituição não vão se pronunciar sobre o recebimento da denúncia pela Justiça.
domingo, 9 de agosto de 2009
Sobre pescarias e amizade

Varas e toda a tralha de pesca prontas, papai ia preparar a isca. Ele não era muito adepto da minhoca. Fazia uma mistura própria de arroz cozido e fubá de milho. Embolava aquela massa e a colocava em dois sacos plásticos, dividida em duas porções. Uma delas ia para a mochilinha verde-exército, de lona surrada. Essa era a minha matula. Junto, ele colocava dois pães com mortadela. Era o nosso lanche, à noite, quando a fome batesse, na beira do rio. A mochila dele era uma capanga amarela, com uma alça comprida e um botão de camisa na frente, para abotoá-la. Simplicidade a toda prova, mas funcional.
Enquanto papai se trocava e vestia a calça jeans surrada e calçava o coturno preto, de cano alto, até dois dedos abaixo dos joelhos, eu organizava a tralha no carro. As varas eram encaixadas cuidadosamente do lado do passageiro. A base delas ficava no banco de trás e as pontas saiam pelo vidro do passageiro. As mochilas ficavam no banco traseiro. O som, que ficava no teto do carro, era sintonizado numa rádio que tocava música popular brasileira. Eu cantava alto, enquanto esperava papai. Rapidinho, ele vinha pisando firme. O coturno impunha uma certa marcha, que ele insistia em manter. Dizia que o calçado de cano alto era uma proteção, caso se deparasse com uma cobra, no meio do mato.
Tudo pronto e rádio sintonizado era hora de decidir onde seria a nossa pescaria. Papai sempre queria uma represa, na fazenda de um amigo dele, com garantia de bons peixes e mais conforto. Eu, aventureiro, sempre queria conhecer novos lugares. Na maioria das vezes, eu o convencia. Ao chegar, cada um procurava seu cantinho e começava o ritual. O primeiro ato era escolher a vara. Depois, a isca era colocada ao lado. A partir daí, conversa apenas o necessário para não afugentar os peixes. Papai conversava baixo quando queria falar alguma coisa. A sensação de um choque fraco na vara era a garantia da primeira fisgada. A pescaria se estendia até às 11 da noite, quando agradecíamos pela pescaria e voltávamos para casa.
Eu ficava em um tanque e ele no outro. Cada um limpava seus peixes. “Quem pescou tem que limpar”, dizia ele. Os primeiros eram as traíras. Ele já deixava o óleo no fogo e colocava duas garrafas de cerveja na geladeira. Em minutos, tínhamos peixe fresco frito e cerveja gelada. Os lambaris – meus preferidos – eram cuidadosamente guardados para fritar no sábado e comê-los na companhia de uma cervejinha gelada. Enquanto limpávamos o tanque e fogão, mamãe geralmente se levantava e beliscava um pedacinho de peixe e um copinho de cerveja. Só prá constar!
No sábado, logo pela manhã, papai acordava cedo e ia até a esquina de casa, onde estavam os amigos, contar as vantagens da pesca, como não poderia deixar de ser. Voltava pra casa, retirava os lambaris do freezer, temperava e os jogava no óleo quente. Era a hora em que a nossa intimidade se aflorava. Cerveja, lambari frito e limão. Era o que nós precisávamos para colocar o papo em dia. Era o nosso momento. O momento em que meu pai virava meu melhor amigo e eu o dele. O momento em que ninguém conseguia atrapalhar. O melhor momento! Tudo com uma simplicidade fora do normal, mas com uma intensidade que posso viver novamente, só de lembrar. Hoje, a pescaria não tem mais o mesmo gosto. Nem o pão com mortadela! Os lambaris e as traíras sumiram dos rios, meu pai deixou esta vida e eu abandonei os anzóis.
Onde estiver, Feliz Dia dos Pais!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Não Se Esqueça De Mim
Não se equeça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta, em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim
domingo, 26 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
“Climinha civilizado”!

A lembrança me fez deitar de novo, fechar os olhos e tentar me transportar em sonho para aquele lugar. O cheiro de café também foi tomando conta do ambiente. Cheguei a pensar que alguém estivesse em casa, fazendo um café fresquinho pela manhã. De novo, viajei no tempo e voltei à minha infância. Tive saudades dos dias frio, no interior. Ao acordar, com o edredon firmemente enroscado até o pescoço, a janela aberta deixava entrar o ventinho e um cheiro misturado de flor de jabuticabeira com café. Desta vez, a diferença é que a flor era lavanda e o lugar era Paris.
Deixei as lembranças de lado e tratei de aproveitar o tempinho agradável, o que minha amiga Lucivânia (Cássia) e eu semrpe chamamos de “climinha civilizado”. Com essa temperatura, ficamos mais calmos, mais introspectivos, mas chiques, as roupas são mais bonitas e andar pelas ruas – mesmo que sejam as ruas de Goiânia – acaba se tronando charmoso. Enchi minha caneca de café quente, coloquei o chocolate amargo (85% de cacau) num pirex pequeno. Em outro, a laranja cuidadosamente descascada e picada em generosos cubos. Puxei a poltrona de veludo azul até a sacada, me envolvi em um roupão atoalhado e me sentei de frente para um céu cinza, ouvindo Nabucco. Novamente, as memórias bateram forte e, mais uma vez, me lembrei da Misinha (a Lucivânia, que agora é Cássia e mãe do Fernando – aliás, um furacão!). Ela havia me contado sobre a escritora francesa Françoise Sagan. A moça deveria ser requintada até a décima geração. No livro Bonjour Tristesse, Françoise descrevia um café, acompanhado de chocolate e laranja: fino, simples e original!
E já que não posso, neste exato momento, estar em Paris, pelo menos as lembranças podem me levar. A imaginação fértil e a criatividade, invejando Françoise Sagan, fizeram sua vez. Veremos até que horas – e quantas vezes – poderei repetir o ato simples, solitário e de extremo bom gosto. Basta termos, mais uma vez, umcliminha civilizado como esse.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Para se lembrar do Mundo!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Harry Potter: THC leva ator a tribunal


Bem, provavelmente ele aprendeu como fazê-lo em uma daquelas experiências feitas com mandrágoras que choravam. Agora, meu caro Waylett, você não será um prisioneiro de Askaban, mas terá de responder à Corte Inglesa.
O ator é o gordinho (as duas fotos – antes e depois), atrás da Hermione. Aliás, a silhueta dele deve ser conseqüência da larica.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Você comeria esses pães?






Trata-se de uma padaria da Tailândia, na província de Ratchaburi (100 km a oeste de Bangkok). Eles pretendem difundir o pensamento budista de não acreditar no que se vê, porque o que se vê, pode não ser tão real quanto parece. Os detalhes fazem a perfeição da criação, parecendo quase real e chamando a atenção de todos que passam na frente da padaria.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Tá ruim? Pode ficar pior!

Arroz Cristal
Feijão Cristal
Feijão Cristal
Arroz Cristal
Arroz com feijão
Feijão com arroz
Arroz Cristal
Feijão Cristal
Pronto. Acabou o comercial. Só isso! Sem pureza em forma de grãos. Mas incomoda... Se bem que na publicidade, essa é a intenção.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Quem ama educa

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"